Carla Ariane Trindade, ex-nora do presidente nomeado Luiz Inácio Lula da Silva, foi alvo da Operação Coffee Break da Polícia Federal, que investiga suspeitas de fraudes em licitações e desvios de recursos públicos. A Operação Coffee Break apurou fraudes em licitações, superfaturamento e desvio de verbas federais voltadas para a compra de materiais didáticos em prefeituras do interior paulista, tudo em novembro passado. Ela era casada com Marcos Claudio Lula da Silva, filho de Marisa Letícia, mas não de Lula.
Segundo a Polícia Federal, Carla Ariane teria atuado, tal como Lulinha em aliança com Roberta Luchsinger, como facilitadora para aproximar a empresa Life Tecnologia Educacional de gestores públicos e viabilizar a liberação de recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). O ex-sócio Kalil Bittar também é investigado sob suspeita de desempenhar papel semelhante de intermediação e facilitação de contratos.
O MPF nunca concluiu as investigações, mas rejeitou pedido de arquivamento.
PASSANDO SÓ PRA LEMBRAR
ResponderExcluirpassando pra lembrar que a contagem dos voto é em sala secreta
.L. A. D. R. Ã. O.
ResponderExcluirEssa família é unida, uma quadrilha familiar q sabe buscar PIXULECOS. DNA petralha é falcatrua raiz.
ResponderExcluirEsta família é muito unida. Roubam em conjunto
ResponderExcluirFilho só de Marisa? Pqp, o DNA podre lá é de pai e mãe.
ResponderExcluirFinacial Times: bolsonaros são extremistas e disfuncionais
ResponderExcluirEstadao: eleger Flávio é tornar a República um Estado-milicia, aos moldes do Rio de Janeiro
Até os baluartes da direita ja saltaram fora, demonstrando alguma decência. Não existe gente decente do lado do Flávio
Isso é impren$a movida à pix, #jeguePTba patriotááário!!!
ExcluirZuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuurra mais!!!
Os baluartes da corrupção estão ao lado do descondenado.
ExcluirChupa petralhada. Teu PIXULECO vai acabar mês q vem.
ExcluirEsse governo é escabroso.
ResponderExcluirPlatôBR - Poder e Política
ResponderExcluir.....Segredos de Flávio: mulheres, negócios, um Rolex de R$ 300 mil e lobby com Kassio
Um período crucial da carreira de Flávio Bolsonaro foi acompanhado de perto – e registrado – por um amigo que desfrutou da confiança dele, mas que há três anos decidiu emparedá-lo ao cobrar um “acerto de contas”. Do arsenal usado nas ameaças, contidas de maneira inexplicada meses depois, há uma série de elementos comprometedores para o presidenciável do PL que o PlatôBR revela nesta reportagem, como orgias bancadas com dinheiro de origem suspeita, mimos de luxo recebidos de parceiros lobistas e até uma operação para levar interesses de um “cliente” a Kassio Nunes Marques, ministro do STF
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“Fala bb, tudo bem? Eu estava viajando de férias e voltei hj. Vamos marcar outra festinha igual a do grand hyatt. Com os mesmos amigos meus… meu filho + João Pedro. Vc arruma as meninas?”, escreveu Santini à agenciadora em uma das oportunidades, por WhatsApp. “Oie. Td bem? São 3 meninas então? Quando?”, respondeu a mulher. Santini forneceu os detalhes: “Vc e mais 3 meninas. Só preciso confirmar a data e horário com os amigos. Precisa ser tudo sigiloso. Pois nessa época de eleição tá Fodaaaa”. “Quer que perfil?”, a mulher quis saber. Ele, mais do que depressa, tirou a dúvida, em uma mensagem que deixa evidente que aquele tipo de encontro era algo rotineiro: “Tipo gostosa! Vc conhece o q a gente gosta. Me manda as fotos. Tem q ser novidade. Até amanhã te ligo confirmando o local e data certa. Obrigado bb”.
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Resumindo: Parece que Flavio Rachadinha está enrolado...