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Nove dias após o anúncio de seu alvará de soltura, divulgado em 26 de agosto, a brasileira Sirlene de Souza Zanotti, presa a pedido do governo brasileiro na Argentina desde o início de dezembro do ano passado, continua atrás das grades. Apesar da expectativa criada pela decisão judicial, ela afirma que permanece encarcerada e que não há previsão oficial para sua liberação. E mais: redigiu uma carta explicando que, quando ocorrer, a saída não significará liberdade plena, porque será transferida para prisão domiciliar dentro da Argentina, sob rígidas restrições.
Em carta enviada a mim, jornalista Ana Cemin, Sirlene relatou que vive entre criminosas, em constante estado de alerta, com dores intensas, crises de ansiedade e deterioração de sua saúde física e mental.
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O Milei tem que mandar soltar ela
ResponderExcluirEnquanto isso os algozes usufruem das aposentadorias dos idosos indefesos, das falcatruas de banco fraudulento, dos nossos impostos para comer lagosta, caviar, uísque caro, vinhos premiados e usando roupas caras de cinco mil dólares a peça.
ResponderExcluirA esquerda paga bem aos seus jagunços.
Irmandade Mourão agindo dissumulada em toda a América.
ResponderExcluirEu amaldiçou a descendencia desse careca maldito por '100 gerações
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