Em reportagem especial de hoje, o jornal The Washington Post informa que funções cognitivas e repetitivas de base de dados e análise textual — como assistentes de pesquisa juniores, revisores de texto iniciais, analistas de dados básicos e redatores de relatórios padronizados — estão entre as primeiras atividades acadêmicas e intelectuais profundamente automatizadas pela IA. No entanto, a profissão inteira não desaparece; ela muda para um modelo de supervisão e curadoria humana. O que ensina a reprotagem do jornal:
O profissional deixa de ser o mero executor de buscas para atuar como validador de resultados e crítico de vieses da máquina. É preciso saber questionar a veracidade das fontes e as limitações lógicas dos algoritmos. Isto exige integrar a tecnologia desde o início do projeto para ganhar velocidade sem abrir mão da autoria original, focando na mentoria, no debate presencial de ideias e na empatia que a máquina não simula.
A IA é fantástica. Sempre pergunto problemas relacionados a saúde, dicas, ansiedade. É como um médico falando . Eu pergunto imaginando um ser altamente inteligente com milhões de informações. E tem me ajudado muito. Extraordinário
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