Na cidade, sentado, escrevendo, quase só vejo janelas. Fechadas, sisudas, tímidas; abertas, exibidas e curiosas.
No capítulo das generosas, uma de suas cortinas está feliz, esvoaçante — brincando do lado de fora, bem no edifício em frente.
Até que uma mão, acho que em nome de alguma ordem, a puxa pra dentro. Triste, agora ela só me olha.
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