O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a negar a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal, as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”.
A Smartmatic foi acusada pelas violações de processos eleitorais na Venezuela.
A Oposição continua colocando sob suspeição todo o processo e quer a presença de observadores internacionais, mas o governo Lula, esta semana, negou visto a dois primeiros vistos solicitados por estrangeiros que desejavam verificar a integridade das ações de campanha, da votação e da apuração (leia opinião do editor, mais abaixo).
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