Uma eventual intervenção ou liquidação extrajudicial do Banco Central no Banco Digimais, ligdo ao bispo Edir Macedo, chefe Igreja Universal e grupo Record, elevará significativamente a conta do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que recentemente sofreu um impacto histórico de R$ 57,4 bilhões devido à quebra do Banco Master.
E poderá provocar crise sistêmica no sistema financeiro brasileiro.
O BTG, que esteve para comprar o Master, também desistiu das negociações para comprar o Digimais.
O cenário atual envolve investigações de supostas fraudes contábeis e estimativas de rombo bilionário.
CLIQUE AQUI para saber mais.
O vigarista mora nos EUA.
ResponderExcluirPara fugir da cadeia?
Nada que uma boa chamada de dízimo não resolva. O crente tem o coração ( e o bolso) muito bondoso.
ResponderExcluirAliás, o espertalhão já cobrou até o trizimo
O problema não é o Digimais. O problema é a quase certeza que todos os balanços e garantias dos bancos privados são falsos, incluindo ai o BTG. Vorcaro e Edir não são gênios da economia e criaram este sistema sozinhos.
ResponderExcluirComo alguém consegue falir um banco??????
ResponderExcluirO banco falou mas o dono e sua família são bilionários
ExcluirCaptam dinheiro no mercado para emprestar para si mesmo e amigos já com a clara intenção de não pagar. Só assim para quebrar um banco. Depois das BETs o melhor negócio do Brasil é criar um banco ou igreja, ou as duas coisas numa só.
ResponderExcluirO fato é que tinha muita coisa podre escondida ali, e o pior é que pode ter mais.
ResponderExcluirDigimais = Edir Macedo = IURD = Republicanos = Tarcísio.
ResponderExcluirMisturaram banco com igreja e deu no Master e Digitais. E tem quem queira misturar igreja com governo igual Irã.
ResponderExcluir