Eugênio Esber é jornalista, escreve em Zero Hora e na Revista Oeste.
A cobertura sobre o Zelle expôs como manchetes alarmistas podem sobreviver mesmo quando a entrevista desmente a tese.
Na semana passada, as redes digitais foram tomadas pela notícia de que Eduardo Bolsonaro propunha a substituição do Pix por um sistema de pagamentos chamado Zelle, que opera nos Estados Unidos. A rajada de alertas nos telefones celulares conduzia a textos publicados por diferentes veículos - de jornais, como Correio Braziliense e O Globo (edição digital), a portais de informação como Metrópoles, Infomoney e Exame, os dois últimos especializados em assuntos de economia e finanças. Logo, um vídeo publicado por Eduardo Bolsonaro condenava o que chamou de "patifaria" da imprensa a partir de notícia falsa de O Globo replicada por outros veículos.
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Em favor de Eduardo, um dos perseguidos pelo regime STF-PT, e hoje exilado nos EUA, contava o fato de que, em seu vídeo, ele desafiara a imprensa a publicar a íntegra do vídeo da entrevista que concedera à TMC News.
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"Pode colocar para descanse": diálogos apontam que Paula Lopes ordenava eutanásias enquanto pedia doações aos animais.
ResponderExcluirEssa RBS precisa dizer que a bandida é afilhada do canalha do Zucco!
Observe o que acontecerá com ela se tudo for comprovado. Se fosse afilhada do Pimenta, seria promovida a assessora da Câmara Federal, com salários aumentados.
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