Dagoberto Lima Godoy é advogado, escritor, engenheiro e ex-representante brasileiro na OIT.
A pressão dos Estados Unidos contra o Pix vem sendo apresentada como reação a supostas práticas discriminatórias do Brasil no mercado de pagamentos. O argumento é frágil. Os americanos acusam o modelo brasileiro de distorcer a concorrência e expressar uma forma de intervencionismo estatal, mas esquecem — ou fingem esquecer — que eles próprios criaram sistema semelhante: o FedNow, operado pelo Federal Reserve.
Na verdade, a resistência americana ao Pix não se explica apenas por zelo concorrencial. Quem controla a infraestrutura de pagamentos controla também dados, padrões técnicos, custos de transação e parte relevante da arquitetura financeira.
O Pix, no Brasil, o UPI, na Índia, o QRIS, na Indonésia, e sistemas semelhantes, reduzem a centralidade das grandes redes privadas internacionais. A preocupação americana, portanto, não se limita ao Brasil; envolve a proliferação de infraestruturas nacionais ou regionais que escapam ao domínio tradicional das plataformas financeiras ocidentais.
CLIQUE AQUI para ler mais.

O PIX é gratuito? Quer dizer que toda a operação do sistema não tem nenhum custo? Energia elétrica, uso de computadores, Wifi, acionamento da rede, funcionários etc, etc, etc.
ResponderExcluirFaz um Zelle!
ExcluirOs outros sistemas da Energia elétrica, uso de computadores, Wifi, acionamento da rede, funcionários etc, etc, etc. tem "taxa". É disso que estamos falando.
ExcluirEsse Godoy é comunista!!!!
ResponderExcluirCerto Dagoberto Lima Godoy
ResponderExcluir