Rede gaúcha Quero Quero opera com prejuízos crescentes, fecha lojas e acumula dívidas de R$ 204 milhões

A rede nasceu em Santo Cristo, vendeu o controle para a americana Advent, que depois vendeu a maior parte das ações. Hoje, não há um controlador majoritário.

A  rede gaúcha de Lojas Quero-Quero reportaram um prejuízo líquido de R$ 61,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, com sua dívida ultrapassando R$ 204 milhões. 

Devido ao cenário de juros altos e queda nas vendas, a rede enxugou sua operação e fechou 14 unidades, incluindo uma filial em Canoas.

O prejuízo do 1º trimestre de 2026 dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior, gerando forte impacto nas ações da companhia na bolsa. Para tentar equilibrar as contas, a empresa fechou 14 lojas de sua rede (que agora conta com 574 unidades), entre elas a unidade de Canoas, abrindo apenas duas novas filiais no mesmo período. Segundo a empresa e analistas de mercado, o recuo nas reformas e nas vendas de materiais de construção foi severamente afetado pelo crédito caro e pela desaceleração do varejo.

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