Em 2021, Eduado acusou a deputada por trabalhar para o bilionário Jorge Paulo Lemann. Ela propôs distribuição de absorventes íntimos. Lemann tem fábrica que produz artigos de higiene pessoal.
O ministro Alexandre de Moraes, sempre ele, fora de controle, votou nesta sexta-feira para condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada Tábata Amaral (PSB-SP). Moraes votou no próprio relatório da ação penal, já que é ele julgador e relator.
Eduardo Bolsonaro não se defendeu e nem indicou advogado para defendê-lo. Ele é exilado político nos EUA.
Moraes pediu 1 ano de prisão para o ex-deputado.
Pai e filho presos na Papuda
ResponderExcluirIsso aí, LULINHA e LULADRÃO, dois corruptos assaltantes de aposentadorias.
ExcluirÉ nulo. Tem endereço conhecido e foi citado por edital.
ResponderExcluirNu com a mão no bolso, tarado por Bolsonaros.
ResponderExcluirNa prática a imunidade parlamentar não existe mais. O STF a revogou. Ele era deputado na época, e ela também. A fala foi feita em meio ao embate político.
ResponderExcluirNenhum processo pode existir e andar sem que o réu seja citado para se defender, se quiser. O réu está nos Estados Unidos e tem que ser citado por Carta Rogatória ccomo manda a lei processual. Todo o processo é absolutamente nulo!
ResponderExcluirAtualmente as leis não estão valendo. Mas isso pode ser mudado. A eleição de um congresso limpo trará de volta o império da lei, com o afastamento dos déspotas.
ExcluirO editor não defende mais a tese do BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO?
ResponderExcluirSe o julgamento fosse presencial, será que botariam uma foto em tamanho real do Eduardo (como fizeram os aiatolás) na cadeira dos réus.
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