O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, apresentou-se ao debate sobre o caso do Banco Master com uma virtude cada vez mais rara em Brasília: a disposição de se limitar aos fatos. Amparado em auditorias e sindicâncias internas, afirmou à CPI do Crime Organizado que não há evidências de responsabilidade de seu antecessor, Roberto Campos Neto, no escândalo do Master. Não houve conjecturas, ilações, tampouco concessões ao ambiente político já contaminado por interesses e narrativas. Houve, simplesmente, a exposição do que as investigações permitem concluir.
Mas o depoimento de Galípolo mal havia terminado e o presidente do BC, que está no cargo por nomeação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já estava na mira de petistas e assessores no Palácio do Planalto.
CLIQUE AQUI para ler tudo.

Briguem, escória. Briguem!
ResponderExcluirGalipolo é competente e preserva sua biografia. A bandidagem petralha já está cercando o homem com a TROPA da vaia, mediante pagamento. A economia despenca e o aumento do crédito criado no vento por LULADRÃO piora a coisa.
ResponderExcluirPT é o lixo dos lixos,a escória,a lama,as trevas
ResponderExcluirO Galipolo é jovem, sabe que depois que o governo petista passar ele tem uma carreira toda pela frente, espertamente não quis jogar fora seu futuro
ResponderExcluirO maior "crime" do Galípolo foi não ter barrado a liquidação do Banco Master. Bastava não ter interferido na compra do Banco pelo BRB.
ResponderExcluirSe liquidasse o BRB mais tarde "talvez" os escândalos do tofolli e dos honorários dos Moraes não ficariam tão evidentes.
Galípolo não soube trabalhar "NO MODO PT"