Naqueles dias seu nome era Blau. Era jovem, inocente, e a vida parecia rosa.
Naquela fatídica manhã, na casa dos Hatt, todos despertaram quando o dia ainda não era dia e o cheiro de café tomava conta da casa. Saíram cedo levando a voz de comando do pai, os passos rápidos da mãe, os meninos com suas mochilas e o pequeno Blau, agora sem a coleira. Blau lembra que o dia estava frio e ventava. Blau lembra também que o trajeto foi tão demorado quanto a vida que ele conhecia e que na van ninguém falava. Depois, tudo aconteceu…
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