O projeto de lei 5.122, que autoriza o uso de recursos do fundo social do pré-sal para o refinanciamento das dívidas de produtores rurais afetados por calamidades, como é o caso do Rio Grande do Sul, foi tema de discussão na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), presidida pelo senador Renan Calheiros e comandada pela senadora Tereza Cristina.
O governo federal tem sinalizado com novas propostas, mas, na avaliação das entidades do agro, essas iniciativas não se mostram as mais apropriadas para o setor.
O economista chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, apresentou dados que mostram que a carteira de crédito rural do Brasil soma atualmente R$ 881 bilhões. Dentro desse total, há operações em atraso, inadimplentes, prorrogadas e renegociadas — conjunto que compõe o que é chamado de carteira estressada, na ordem de R$ 171 bilhões.
O Agro tem que criar seu próprio banco, do tipo banco do povo, que emprestava dinheiro a juros baixos e ainda tinha lucro.
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