O PL 1.769/2019, em nova análise no Senado após alterações na Câmara, estabelece padrões mínimos de cacau para garantir a qualidade do produto: no mínimo 35% de sólidos de cacau para chocolates, 25% para chocolates ao leite e 20% de manteiga de cacau para chocolate branco. O texto também exige que o percentual seja informado na parte frontal da embalagem. A medida visa superar os atuais padrões da Anvisa (25% para chocolate, em geral) e impulsionar a produção de cacau, especialmente no Pará e na Bahia. As designações de chocolates amargo, meio amargo e cobertura de chocolate serão proibidas.
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falta do que fazer..deviam também definir ditadura sabor democracia....ladrão na presidência e psicopatas no judiciário....
ResponderExcluirAgora que o PeTê já desvastou a produção de cacau na Bahia com a vassoura de bruxa e suicidou os produtores, que morreram endividados, querem retomar? Só se agora for nas mãos do decrépito Estado PeTéba bahiano.. Aí já viu, né?
ResponderExcluiro que hoje e vendido no brasil nao e chocolate é uma bomba quimica , tem celulose , latex , arcenico , poliglicerol , polirricinoleato
ResponderExcluir( derivados da mamona ) o mesma materia prima do luquido de freio e chamam isso de chocolate
Tem que ter lei quanto ao restante também. Não adianta nada ter 35% de cacau se a indústria botar além do leite e açúcar aditivos prejudiciais a saúde...
ResponderExcluirpoliglicerol produto que substituiu a mantega de cacau prduto que uma da coisas que causa ataca as paredes do intestino produto derivado do fluido de freio
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