A PEC, agora, vai para o Senado.
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A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a PEC da Segurança Pública (PEC 18/25), que pretende melhorar a integração dos órgãos de segurança e garantir mais recursos para o setor. Aprovada com 461 votos a 14, a proposta será enviada ao Senado.
No primeiro turno, foram 487 votos a favor, 15 contrários e 1 abstenção.
Maioridade penal
O relator da PEC, Mendonça Filho, sob pressão do governo lulopetista e das esquerdas reacionárias, retirou do texto a diminuição da maioridade penal de 18 anos para 16 anos em crimes com violência ou grave ameaça à pessoa, cuja validade dependeria de um referendo popular.
Como diria um glorioso ex-dirigente do não menos glorioso Internacional de Porto Alegre: mudar não mudando...
ResponderExcluirBandidos adultos da câmara protegendo bandidos menores de 18 anos.
ResponderExcluirTá çerto, ia diminiur em muito o nro de eleitores delles..
ResponderExcluirExposição da verdadeira cara de adeptos e seguidores dos ditames do lado escuro da força. Crime e caos protegidos.
ResponderExcluirBem como o diabo gosta!
A PEC 18/25 de iniciativa de um ministro da justiça da esquerda,
ResponderExcluirultimamente Consultor de Direção de Banco, foi inspirado em sua ideologia política.
O golpe da Integração dos Órgãos de Segurança, não pegou.
Não passava de uma ENTREGAÇAO
A tentativa de golpe da PEC 18/25 , de iniciativa de um ex-ministro da Justiça, foi desmascarada por Givernadores de Estados. Conhecido como "Campanha da Legalidade"
ResponderExcluirA tal de Integração dos Órgãos de Segurança Pública, em verdade se tratava de ENTREGAÇÃO das forças militares e civis dos Estado para o comando centralizado em Brasília - governo Federal.
Os Governadores deixariam de comandar as suas centenárias forças de segurança.
O propósito faz parte do mesmo plano de desarmamento do.povo.
A razão é outra.
Em 1961 tivemos um levante no Rio Grande do Sul.
Foi liderado pelo governador Leonel Brizolla que logo teve a adesão do Comando do III Exército.
Foi em defesa do cumprimento da nossa Constituição. Hoje teríamos uma dezena de motivos da mesma natureza para agir.
O governo federal quer tirar dos Governadores o poder destituição de presidentes criminosos.