Artigo, Gilberto Simões Pires - A Previdência Social está quebrada

O autor é editor do blog Ponto Crítico.

Os leitores que acompanham o Ponto Critico são testemunhas do exaustivo número de editoriais que dediquei para explicar que a infeliz, desastrosa e amplamente mutilada -REFORMA DA PREVIDÊNCIA-, da forma que promulgada em 13/11/ 2019, por meio da Emenda Constitucional 103, deixava bem claro que -muito em breve- o DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (administrada pelo governo), que já era avassalador, entraria em -MODO INSUPORTÁVEL-. Na mosca: em 2025, os GASTOS COM BENEFÍCIOS atingiram a cifra de R$ 1,03 trilhão (12% do PIB) e para fechar a conta, o TESOURO NACIONAL (e não os CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA) precisou DESEMBOLSAR A QUANTIA DE R$ 320,9 BILHÕES, ou seja R$ 7,1 BILHÕES A MAIS QUE O ANO ANTERIOR.

ENDIVIDAMENTO PÚBLICO

Como não há recurso ORÇAMENTÁRIO para cobrir o crescente ROMBO NAS CONTAS DA ....

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3 comentários:

  1. ATENÇÃO trabalhadores do Brasil:
    Pra não ser vítima de mais uma maléfica reforma da previdência não vote em candidatos de direita porque eles querem que você morra trabalhando. Esse Gilberto que apoia esses candidatos por exemplo nos artigos que escreve a respeito como este tem a cara de pau de afirmar que tu não paga pela tua aposentadoria e insinua que tu és um encosto ou, como diria aquele ex-ministro da fazenda canalha, um parasita.

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  2. Meu caro Gilberto, ao cumprimentá-lo aproveito a oportunidade para expor algumas considerações para tua reflexão. Existem dois tipos de INSS, o dos que contribuem e o dos que não contribuem, ou então contribuem com parcela ínfima por um tempo diminuto. Eu pessoalmente me aposentei faz pouco tempo com 62 anos e contribui por 37 anos. O rombo da previdência não está em pessoas como eu, aliás, isso é previdência, o resto é assistência social. Todos os beneficiários da LOAS e também os aposentados que contribuem só por 15 anos, muitos com alicotas risíveis como a dos que pagam 11% ou então dos MEI que pagam menos ainda, não passa de assistência social, não tem base atuarial alguma. Entendo que são pobres que não poderiam contribuir com mais, mas é justo que se separem as situações. Se o governo quer garantir aposentadoria para quem não pode pagar, que desvincule essa gente do INSS e pague direto com dinheiro do tesouro. Seria mais honesto do que jogar todos no mesmo balaio e fazer com que quem paga compartilhe essa culpa. Evidentemente o problema continuaria o mesmo, mas não seria um déficit atuarial da previdência, mas um déficit do tesouro de um país que pretende ajudar as pessoas com um dinheiro que ele não tem. Resumindo, o problema não é quem paga uma contribuição sustentável, que devem ser no máximo 20% dos segurados, e sim os outros 80% que por sua miserabilidade não pagam ou pagam valor mais do que insuficiente. A pergunta é, vão reformar de novo sacrificando mais ainda quem paga ? Se for assim que tornem a contribuição facultativa e deixem que os verdadeiros contribuintes façam sua própria previdência poupando e investindo esses valores que hoje são descontados mensalmente em folha.

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  3. Meu caro Gilberto, ao cumprimentá-lo aproveito a oportunidade para expor algumas considerações para tua reflexão. Existem dois tipos de INSS, o dos que contribuem e o dos que não contribuem, ou então contribuem com parcela ínfima por um tempo diminuto. Eu pessoalmente me aposentei faz pouco tempo com 62 anos e contribui por 37 anos. O rombo da previdência não está em pessoas como eu, aliás, isso é previdência, o resto é assistência social. Todos os beneficiários da LOAS e também os aposentados que contribuem só por 15 anos, muitos com alicotas risíveis como a dos que pagam 11% ou então dos MEI que pagam menos ainda, não passa de assistência social, não tem base atuarial alguma. Entendo que são pobres que não poderiam contribuir com mais, mas é justo que se separem as situações. Se o governo quer garantir aposentadoria para quem não pode pagar, que desvincule essa gente do INSS e pague direto com dinheiro do tesouro. Seria mais honesto do que jogar todos no mesmo balaio e fazer com que quem paga compartilhe essa culpa. Evidentemente o problema continuaria o mesmo, mas não seria um déficit atuarial da previdência, mas um déficit do tesouro de um país que pretende ajudar as pessoas com um dinheiro que ele não tem. Resumindo, o problema não é quem paga uma contribuição sustentável, que devem ser no máximo 20% dos segurados, e sim os outros 80% que por sua miserabilidade não pagam ou pagam valor mais do que insuficiente. A pergunta é, vão reformar de novo sacrificando mais ainda quem paga ? Se for assim que tornem a contribuição facultativa e deixem que os verdadeiros contribuintes façam sua própria previdência poupando e investindo esses valores que hoje são descontados mensalmente em folha.

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