Eduardo Afonso, arquiteto e escritor
Nos últimos carnavais, sem haver novas marchinhas (em extinção, como as cigarras, os tatuís e os liberais), divertido mesmo era acompanhar a problematização de como se fantasiar e do que cantar durante a folia.
Seguindo o manual progressista e libertário, dress code e repertório tinham mais restrições que o Jardim Botânico de Curitiba.
Neste ano, o foco mudou. Quando, amanhã, a Escola Cívico-Militar de Samba Patriotas da Barra da Tijuca abrir alas na Sapucaí, um paradigma terá ido pelos ares.
Nunca antes na História deste país (e olha que a História deste país teve coisa do arco da velha) uma campanha eleitoral terá sido tão antecipada - e de forma tão espetacular.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Prezado leitor: o seu comentário é de sua exclusiva responsabilidade, conforme dispõe o Marco Civil da Internet. O fato de ser utilizado o anonimato, não o exime de responsabilidade, porque a qualquer momento seu IP pode ser levantado judicialmente e a identidade do autor surgirá de maneira clara. O editor apenas disponibiliza sua via, sua estrada, para que o leitor utilize-a, mas não tem qualquer responsabilidade em relação aos conteúdos aqui disponibilizados.