O ex-ministro do STF e da Justiça, Ricardo Lewandowsky, junto com seus colegas Dias Toffoli e A. de Moraes, ambos do STF,virou alvo direto nas investigações do escândalo do Banco Master.
O escritório de Lewandowsky com seu filho Henrique, manteve contrato de R$ 5,6 milhões para defender o banco, dinheiro que entrou mesmo quando o titular foi nomeado ministro de Lula.A denúncia de hoje é do Estadão e versa sobre a compra de um imóvel que pertencia a Alan de Souza Yang, conhecido como “China”, em março de 2024, por R$ 9,4 milhões. China foi alvo da Polícia Federal (PF) suspeito de integrar um esquema bilionário de sonegação fiscal no setor de combustíveis. Ele foi alvo da operação Carbono Oculto, sob suspeita de ser um dos braços de um grupo de empresários ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Lewandowsky confirmou a compra, mas alegou que não sabia da situação de Yang.
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