Bolsonaro foi submetido, durante um internação ocorrida no fim de abril de 2025, a um protocolo de neuromodulação não invasiva por Estímulo Elétrico Craniano (CES), conduzido pelo psicólogo e neurocientista Ricardo Caiado. Segundo a petição, o tratamento é feito por meio de clipes auriculares bilaterais, com sessões de 50 minutos a uma hora, enquanto o paciente permanece em repouso consciente.
Os advogados sustentam que a neuromodulação seria uma complementação necessária ao tratamento medicamentoso atualmente utilizado por Bolsonaro.
CLIQUE AQUI para saber o que é este tratamento pedido por Bolsonaro. O material é da Folha de Pernambuco.
Eduardo Bolsonaro, o diplomata do caos no banco dos réus | Metrópoles https://share.google/JawfCl5Xd44nigAqt
ResponderExcluirMesmo escrito pelo Noblat, um notório petralha, este artigo descreve a fiel realidade das atividades do DuduPoucaRola, figlio ZERO Três do presidiário JÁ IR BROCHONARO.
Em breve será extraditado pelo pedófilo TRAMPoso PoucaRola e virá juntar-se ao pappy, que agora está precisando de estímulos elétricos, na Papudinha.
Tanta frescura com esse presidiário!
ResponderExcluirÉ só ele "tacar" dois dedos na tomada, que o efeito é o mesmo!
Não precisa de neurocientista, coisa nenhuma, vamos economizar!
O presidiário já demonstrou familiaridade com aparelhos elétricos, quando tentou se livrar da tornozeleira "tacando" aquele ferro de soldar.
A ordem agora é economizar, tá OK!!!
Moraes só autoriza se for estímulo de 13000 volts...
ResponderExcluirNo tempo do Ultra encostavam fio elétrico no saco dos prisioneiros
ResponderExcluirAgora é na cabeça?
PoiZé, uma boa sugestão para o BOZÓ, que fazia apologia do seu erói Ustra!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
ResponderExcluirQue cérebro?
ResponderExcluirTalvez o da Janja.
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