- O autor é gaúcho, jornalista e principal apresentador da Band News.
Este artigo é do Facebook de Vieira. A ilustração ele obteve com o uso de IA.
Quando quem deveria proteger a Constituição passa a tutelar a palavra, a liberdade entra em risco. Imagem criada por IA
Leitores me cobraram depois do artigo “Quando informar vira crime, a democracia entra em estado de alerta”, em que tratei da detenção da jornalista independente Georgia Fort e do ex-âncora da CNN Don Lemon durante a cobertura de protestos contra o ICE, em Minnesota. “Você citou o Brasil de passagem”, disse um. Outro foi direto: “Aqui está pior”. Um terceiro escreveu: “Tu fala na TV, mas não deixa por escrito”. Pois ficará agora, letra por letra, palavra por palavra. Sem rodeios. Sem anestesia. Quando o silêncio vira regra, a democracia e a liberdade de expressão já entraram em estado terminal. No Brasil de hoje, calar não é prudência — é cumplicidade. O silêncio se tornou confortável porque protege quem prefere não se expor enquanto o abuso se institucionaliza.
O dado mais grave deste momento não vem das ruas, nem de grupos marginais, nem de governos autoritários caricatos: vem do todo-poderoso Supremo Tribunal Federal.
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