Eis o que pontua a Agência Estado deste sábado:
- Ou seja, a a partir de fevereiro, quando o Supremo retomar suas atividades, o plenário poderá analisar decisões tomadas por Moraes e Toffoli durante o recesso. Em caráter reservado, ministros têm dúvida se todas as decisões de Toffoli no processo sobre o Master seriam validadas pela maioria. A nota de Fachin também demonstra preocupação não apenas com a paz interna, mas com a boa relação do tribunal com outras instituições.

A máfia togada está unida em torno dos usurpadores do judiciário.
ResponderExcluirA camarilha é coesa, em benefício próprio $$$$$ , em detrimento do Brasil e da democracia. Aqui é El Salvador antes de Bukele. Só uma faxina com desinfetante.
ResponderExcluirEstranho q nenhum MAV ou representante dos TRAFICANTES ainda não tenha comparecido com comentários. Será q estão preocupados ou xapados kkkkk
ExcluirA corrupção aqui é tão escancarada que não se atrevem. E mais, se os corruptos bailarem, o chefe da quadrilha deles põe outros no lugar. Simples assim.
ExcluirMas as decisões monocráticas vêm de muito longe, no recesso nem teve…
ResponderExcluirInteressante reportagem na Folha, que relata que “uma ala” do STF pediu defesa contundente do ministro Toffoli por parte do presidente da corte, que obviamente não disse quem faz parte dessa ala.
ResponderExcluirVergonha! Uma falta de ética gritante para com os demais que não pediram a defesa contundente.
É o ministro da corte sem ética para com os demais, jogando todos no mesmo buraco, que quer escrevinhar um … código de ética?
Ali poucos se salvam.
ResponderExcluirRoberto Jefferson dizia que essa suprema corte, aparelhada pelo pinguço e sua quadrilha, é uma latrina!
ResponderExcluirE disse também que tinham muitos com o rabo preso. E dois com o rabicó solto. Kkkk
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