Delcy era a paciente. Alexandre o terapeuta.
Dr. Alexandre, cansado de guerra, incrédulo da própria profissão, há anos não fazia mais do que reforçar os sentimentos e convicções dos pacientes:
— Você está certa, dona Delcy.
Diante de qualquer hesitação, o diagnóstico era repetido com ainda mais certeza:
— Você está muito certa; não tenha dúvidas e não fique insegura com relação aos seus sentimentos. Você está certíssima.
Longe dos olhares, fazia olhos de ouvir o céu e contava os minutos.
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