Marcus Vinicius Gravina é advogado, Caxias do Sul,RS.
A sabatina, para o STF, não é sessão de debates para a avaliação das condições essenciais do candidato.
Muito menos, espaço para louvação ao indicado pelo presidente da República para ganhar “doce de coco”.
Deve ser uma arguição pública para que o candidato ao cargo seja avaliado sobre as suas qualidades mais importantes, como a de sua integridade moral e fidelidade à Constituição Federal, coisa rara no momento.
Em uma única oportunidade, de duração fugaz, querem os poderosos, que se acredite na função cumprida pelo Senado: “missão dada é missão cumprida”.
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