A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o projeto de lei que prevê licença de até dois dias consecutivos por mês para mulheres que sofrem com sintomas graves associados ao fluxo menstrual. A proposta segue para análise do Senado. Para ter direito ao afastamento remunerado, a trabalhadora precisará apresentar laudo médico que comprove as condições debilitantes que a impeçam temporariamente de exercer as atividades. A medida valerá para trabalhadoras com carteira assinada, estagiárias e empregadas domésticas. No projeto de lei original, a deputada Jandira Feghali havia sugerido uma licença ainda maior para as trabalhadoras, de até três dias.
Coitado do patrão, coitado de quem emprega.
ResponderExcluirVocê contrata por 2 mil, a empregada custa 4 mil pelos penduricalhos e ainda tem de arcar com 2 dias de Chico todo mês.
Isso é bom, pois o empresário corretamente repassará esta despesa para os preços e os pobres que votam na esquerda que vão sentir mais o aumento dos preços.
Excluiré um espetáculo esse país...
ResponderExcluirÉ um tiro no pé, quem tem menstruação complicada sempre vai ter. Uma hora o empregador manda embora. Deve ser coisa dos esquerdinhas do PT e PSOL
ResponderExcluirDepois chamam a gente de machista. Aqui em casa minha mulher só contrata faxineirO.
ResponderExcluirDiz ela que de ovários já bastam os dela e de nossas filhas.
6 ovários numa casa já estão de excelente tamanho.
É tanta lei daqui, lei dali para mulheres, que simplesmente não vão mais encontrar emprego e nem casar. Tá doido meu?
ResponderExcluirEsse é o tipo de lei que tem que se submetida a uma consulta popular para revelar a opinião e voto de todos os envolvidos. Se fosse o empregador, no primeiro caso de "pedido de licença", mandava embora.
ResponderExcluirQue país ( políticos ) de merda
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