- Está explicado porque membros do governo entram em território do crime organizado sem o enorme aparato policial. Eles vão "conversar com o gerente" pra ver se conseguem um esprestimo ou uma boquinha para os parças. Eles não podem ser combatidos porque dão emprego para milhões de brasileiros. Cimpres acim
Caro editor: esse "analista político" era um daqueles que alardeava o Marçal como representante da direita em SP... Só com essa já é suficiente para engavetar o diploma.
Prezado leitor: o seu comentário é de sua exclusiva responsabilidade, conforme dispõe o Marco Civil da Internet. O fato de ser utilizado o anonimato, não o exime de responsabilidade, porque a qualquer momento seu IP pode ser levantado judicialmente e a identidade do autor surgirá de maneira clara. O editor apenas disponibiliza sua via, sua estrada, para que o leitor utilize-a, mas não tem qualquer responsabilidade em relação aos conteúdos aqui disponibilizados.
Enquanto isso...
ResponderExcluir"Mil postos, fintechs, 40 fundos: PCC operava megaestrutura financeira"
- Está explicado porque membros do governo entram em território do crime organizado sem o enorme aparato policial.
Eles vão "conversar com o gerente" pra ver se conseguem um esprestimo ou uma boquinha para os parças.
Eles não podem ser combatidos porque dão emprego para milhões de brasileiros.
Cimpres acim
Caro editor: esse "analista político" era um daqueles que alardeava o Marçal como representante da direita em SP... Só com essa já é suficiente para engavetar o diploma.
ResponderExcluirProstitutas só se dão bem em prostíbulos.
ResponderExcluirCandidato do Temer .'.
ResponderExcluirA Direita Permitida.
ResponderExcluirBolsonaro está na capa da última edição da "The Economist".
ResponderExcluirBolsonaro está na capa da última edição da "The Economist".
Bolsonaro está na capa da última edição da "The Economist".
Salvo algo muito fora da curva, Bolsonaro não será candidato. Acho que ele mesmo deveria indicar um sucessor.
ResponderExcluir