- O autor Marcos Degaut é doutor em Segurança Internacional, pesquisador sênior na University of Central Florida (EUA).
A ascensão da China ao status de segunda maior economia do mundo tem sido a narrativa dominante da economia global nas últimas décadas. Impulsionada por um modelo de crescimento centrado em investimentos maciços e em exportações e industrialização acelerada, a nação asiática parecia destinada à hegemonia econômica incontestável.
Contudo, sinais crescentes de exaustão e vulnerabilidade estrutural sugerem que o "milagre chinês" pode estar se aproximando de um ponto de inflexão. A perda de dinamismo da economia chinesa não é apenas uma questão interna; ela ressoa com força pelos corredores da geopolítica global, redefinindo a competição com os Estados Unidos e lançando sombras sobre parceiros comerciais como o Brasil.
Os dados do PIB chinês nos últimos dez anos revelam progressiva desaceleração, marcando distanciamento significativo da era do "milagre chinês".
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Tu e o Bananinha sempre torcendo contra o Brasil. Vergonha de vocês, Polibio
ResponderExcluirO #jeguePTba patriotário só acredita na SECOM!!!
ExcluirE tu torcendo só para não perder o pixuleco. Kkkk
ExcluirPor confiança na qualidade, não compro produtos que vendem nessas lojas chonedas que se espalham nesse País igual aos políticos corruptos. Por necessidade de um momento, comprei um produto e em menos de duas semanas tive de jogar mo lixo
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