Bolsonaro chora ao ouvir os acordes da sanfona do seu ex-ministro

 Este material é do site Poder360.

15 comentários:

  1. Tentei chorar mas nao consegui. Tenta, editor.

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  2. Enquanto isso, segundo o blog iG ...

    "Denúncia contra Bolsonaro por golpe deve ir para Primeira Turma do STF"

    - Não tenho nenhuma simpatia pelo Boçalnaro... mas isso é claramente um jogo de trapaceiros com cartas marcadas.

    - O Brasil virou uma bosta virulenta com essa atual "elite dominante" comandada por míster Lula de um lado e por Alexandre de Moraes do outro, juntamente com os seus cãezinhos amestrados de parte da PF.

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  3. Enquanto isso, segundo o blog iG ...

    "Denúncia contra Bolsonaro por golpe deve ir para Primeira Turma do STF"

    - Não tenho nenhuma simpatia pelo Boçalnaro... mas isso é claramente um jogo de trapaceiros com cartas marcadas.

    - O Brasil virou uma bosta virulenta com essa atual "elite dominante" comandada por míster Lula de um lado e por Alexandre de Moraes do outro, juntamente com os seus cãezinhos amestrados de parte da PF.

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  4. Tás louco, Políbio!
    BOZÓ chora porque este sanfoneiro é tão ruim, que chega a dor de barriga na gente, ao ouvi-lo, lembra daquela live?!
    BOZÓ chora também, porque se lembra da CADEIA, que está a cada dia mais perto!

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  5. O "governo" Bolsonaro foi pródigo na produção de figuras ridículas, mas esse gaiteiro é imbatível. O sujeito é patético.

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  6. Imagine quanto iriam chorar familiares das pessoas que ele planejou matar

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  7. Políbio.
    Se o golpe desse certo, Bolsonaro ajudaria matar as pessoas ou mandaria outros assassinos no lugar dele?

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  8. Chorão.
    O valente que tem um poderoso arsenal chora ao ouvir uma música.
    Cagao

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  9. Lágrimas de crocodilo. Golpista, covarde e ladrão.

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  10. A proximidade da cadeia é o que faz BOZÓ chorar, Políbio, tu não achas?

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  11. Inquérito do golpe tem sigilo retirado; veja os detalhes em tempo real
    Chefes de Exército e Aeronáutica relataram que Bolsonaro mostrou plano
    Golpe não ocorreu porque Alto Comando Militar não 'cedeu a pressões'
    Blog: nota de Braga Netto sobre Bolsonaro irrita integrantes do PL

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  12. Reunião de julho de 2022: Bolsonaro teria convocado ministros e outros membros do governo para uma reunião, na qual discutiu a disseminação de fake news sobre as urnas eletrônicas antes das eleições. O encontro também contou com a participação de figuras chave como o ministro da Justiça, Anderson Torres, e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, que propalaram mentiras sobre fraudes nas eleições.
    Representação eleitoral do PL: Após o segundo turno das eleições, o PL, partido de Bolsonaro, apresentou à Justiça Eleitoral dados inconsistentes para questionar o resultado de mais de 200 mil urnas. A PF afirma que Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, estavam cientes e apoiaram a ação.
    Pressão ao comandante do Exército: Bolsonaro foi responsável por uma série de ações de pressão sobre o comandante do Exército, incluindo a “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”, que, segundo a PF, contou com a anuência de Bolsonaro.
    Minuta golpista: A PF revelou que Bolsonaro, com apoio de seu núcleo jurídico, elaborou um decreto, conhecido como a minuta golpista, que visava à ruptura institucional e impunha a posse de Lula como presidente eleito. O documento também previa a decretação de Estado de Defesa e a criação de uma Comissão de Regularidade Eleitoral.
    Plano “Punhal Verde e Amarelo”: A PF apontou que o ex-presidente estava ciente da operação “Punhal Verde e Amarelo”, que envolvia o uso de explosivos e veneno para assassinar o presidente eleito Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
    Reunião de dezembro de 2022: Em uma reunião com os comandantes das Forças Armadas, Bolsonaro apresentou a minuta do golpe de Estado. O relatório da PF destaca a discordância dos comandantes do Exército e da Aeronáutica, enquanto o comandante da Marinha, Almir Garnier, demonstrou disposição em apoiar a ação.
    General Mário Fernandes: O ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, Mário Fernandes, foi enviado ao Palácio da Alvorada para discutir o plano de golpe. A PF indicou que Bolsonaro estava presente durante a elaboração do plano.
    Reunião com general Estevam Theóphilo: No dia 9 de dezembro de 2022, Bolsonaro se reuniu com o general Estevam Theóphilo, que se ofereceu para liderar as tropas, caso o decreto golpista fosse assinado. Neste encontro, Bolsonaro fez um pronunciamento no Palácio da Alvorada, seguindo a narrativa do grupo para manter a esperança de que ele e os militares tomariam medidas para contestar os resultados das eleições.

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  13. Pensando na Michele com o Terra, o cabelereiro, o Valdemar Costa Neto. Ele juntando sabonete na hora do banho! kkkk

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    1. 'Juntando sabonete na hora do banho".... e a tua mãe no boquete.

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