Tu estás te referindo à FACADA FAKE, Polibinhus? Te informa melhor com o satanista WASSEF, advogado de toda a FAMILÍCIA e organizador dessa FARSA, que ele é capaz de te contar em off, os detalhes todos da facada sem sangue e com sala cirúrgica pré-agendada. Um dia, essa estória ainda vai ser bem contada, assim como o assassinato da MARIELLE!!! Seu Jair e sua FAMILÍCIA fazem parte das duas!!!
Olhando bem as decisões do STF e a coerência democrática extrema dele, acho que foi tentativa de suicídio com posterior tentativa de latrocínio........kkkk
Não concordo. O cara é doido mesmo. A filiação ao PSOL é um forte indício de o cara é abilolado. Mais, muuuito mais que os defensores do Bozo. Aliás, como bem cantou o idiota e babaca do Caetano... "de perto, ninguém é normal".
E sobre aquele serial killer Lázaro que dizem ter pacto com o demônio pois eu tenho coragem de enfrentar ele e fazer tombar ele,ele que venha em minha casa que eu mando ele pra onde mora o chefe dele.
O Antagonista, desde que associou ao calça apertada, só mente e distorce os fatos. O Lacombe não precisa de verba do governo federal, pois é um excelente jornalista e tem luz própria!!
Não estaria na hora do senhor, Jornalista Políbio Braga, avaliar se vale a pena deixar esquerdoPaTas, dementes que distorcem a realidade e muristas (os quais a gente nunca sabe para que lado o vento sopra) continuarem a infestar os comentários de seu site???
O inesperado silêncio de Bolsonaro sobre o encerramento do caso Adélio:
Presidente não recorreu da sentença que considera seu agressor inimputável por problemas psicológicos nem comentou encerramento do processo contra ele. Um segundo inquérito policial ainda investiga a possível participação de terceiros no ataque
18 JUL 2019 - El País
Era plena campanha de uma das eleições mais polarizadas do Brasil. Há pouco mais de dez meses, o presidente Jair Bolsonaro caminhava pelas ruas da cidade mineira de Juiz de Fora, acompanhado por centenas de apoiadores aos gritos de "mito!", quando sofreu um ataque que quase lhe custou a vida. Adélio Bispo de Oliveira cravou uma faca no abdômen do então candidato, segundo ele mesmo justificou às autoridades policiais, por motivos políticos e religiosos. Acreditava que Bolsonaro fazia parte de uma conspiração maçônica que incluía "o extermínio dos militantes dos partidos de esquerda e minorias" e que ele havia sido escolhido por Deus para salvar o país, conforme consta em documentos anexados ao processo. Laudos médicos particulares e judiciais apontam que o responsável pelo crime tinha problemas psicológicos, uma versão que o presidente nunca comprou. "Sabe por que a jogadinha de ser maluco? É que daqui para frente, se ele resolver fazer delação premiada, não vale mais porque ele é maluco", disse em ao vivo, no Facebook.
Desde o ataque, Bolsonaro passou a defender veementemente a tese de que Adélio seria apenas um instrumento de uma suposta tentativa de assassinato planejada por opositores políticos. Chegou a se irritar com as investigações sobre o crime — praticado durante um ato de campanha e, por isso, amplamente documentado em vídeos e fotografias — e até acusou a Polícia Federal de tentar "abafar o caso". "Parece que a PF age em parte como uma defesa do criminoso. Não quero que inventem o responsável, mas quero que apurem o caso", afirmou em uma entrevista semanas depois do atentado. Em fevereiro, a PF apontou que Adélio teria agido só. Meses depois, Bolsonaro mandou reforçar as investigações.
No último mês de junho, a Justiça considerou Adélio inimputável por apresentar problemas psicológicos. Bolsonaro não gostou da decisão. Indignado, prometeu que iria "até as últimas consequências" para que o grave ataque contra ele não ficasse impune. Também chegou a dizer que seria importante evitar que o caso transitasse em julgado para que Adélio tivesse a "oportunidade de falar" quem encomendou sua morte. Nesta semana, porém, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora encerrou o caso porque não recebeu recursos nem do Ministério Público Federal (MPF) nem dos advogados do presidente, que atuavam como assistentes de acusação.
Apesar de ter feito duras críticas às investigações e de ter endossado uma narrativa de conspiração em torno do caso ao longo dos últimos meses, Bolsonaro decidiu silenciar sobre o fim do processo e não explicar por que não recorreu, mesmo tendo criticado o reconhecimento da insanidade mental de seu agressor pela Justiça. ....
Algo me diz que o minto quer que fique tudo assim, ou seja, o Adélio é loco mesmo, segundo a Justiça, e ninguém mais vai acreditar no que ele falar, nem que seja para dizer quem foi realmente o "mandante", se é que me fiz entender.....
Essa facada Fake ainda haverá de ser "esclarecida" é só o Jornalismo Investigativo se debruçar de vez sobre o caso, se já não esteja fazendo ou já fez, nesse caso alguém está com o "rabo preso".....
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Se o Bolsonaro fechar o STF poderá tornar público o que ele já deve saber.
ResponderExcluirEu não respeitaria ninguém naquela corte. Botaria todas as provas de um conluio no ventilador e também nas masmorras da prisão.
Tu estás te referindo à FACADA FAKE, Polibinhus?
ExcluirTe informa melhor com o satanista WASSEF, advogado de toda a FAMILÍCIA e organizador dessa FARSA, que ele é capaz de te contar em off, os detalhes todos da facada sem sangue e com sala cirúrgica pré-agendada.
Um dia, essa estória ainda vai ser bem contada, assim como o assassinato da MARIELLE!!!
Seu Jair e sua FAMILÍCIA fazem parte das duas!!!
ZAP, VTNC, VAFABUNDO CORNO
ExcluirOlhando bem as decisões do STF e a coerência democrática extrema dele, acho que foi tentativa de suicídio com posterior tentativa de latrocínio........kkkk
ResponderExcluirNão concordo.
ResponderExcluirO cara é doido mesmo.
A filiação ao PSOL é um forte indício de o cara é abilolado.
Mais, muuuito mais que os defensores do Bozo.
Aliás, como bem cantou o idiota e babaca do Caetano... "de perto, ninguém é normal".
O jornal da cidade on line não passa
ResponderExcluirde um 247 ou DCM com o sinal invertido.
Feito sob medida para os devotos da seita bolsonarista.
ENFIA O 247 NO TEU CÙ, BANDIDO
Excluirhttps://www.oantagonista.com/brasil/documento-da-cpi-mostra-que-luis-ernesto-lacombe-recebeu-r-20-mil-do-governo-bolsonaro/
ResponderExcluirVEJA AÍ POLIBINHUS, O TEU LA KOMBI!!!
20 milhões ? Isso precisa ser explicado urgentemente! Né "jenio" ??
ExcluirE quem matou Marielle?
ResponderExcluirO irmão do cara que matou o prefeito de Santo André.
ExcluirDaqui a pouco as renas do trenó do Papai Noel abaixam aqui super zangadas. Joel e Zapeladinha B puxando a tropa!
ResponderExcluirE sobre aquele serial killer Lázaro que dizem ter pacto com o demônio pois eu tenho coragem de enfrentar ele e fazer tombar ele,ele que venha em minha casa que eu mando ele pra onde mora o chefe dele.
ResponderExcluir50 min de vídeo.
ResponderExcluirO jornal da cidade quem matou Marielle?
ResponderExcluirAs duas bibas que tentam azucrinar os leitores do blog estão ouriçadas. Não pensam em outra coisa que não Bolsonaro.
ResponderExcluirO Antagonista, desde que associou ao calça apertada, só mente e distorce os fatos. O Lacombe não precisa de verba do governo federal, pois é um excelente jornalista e tem luz própria!!
ResponderExcluirAdelio já se filiou ao PSB, como fizeram e estão fazendo seus "ex-" coleguinhas?
ResponderExcluirNão estaria na hora do senhor, Jornalista Políbio Braga, avaliar se vale a pena deixar esquerdoPaTas, dementes que distorcem a realidade e muristas (os quais a gente nunca sabe para que lado o vento sopra) continuarem a infestar os comentários de seu site???
ResponderExcluirO inesperado silêncio de Bolsonaro sobre o encerramento do caso Adélio:
ResponderExcluirPresidente não recorreu da sentença que considera seu agressor inimputável por problemas psicológicos nem comentou encerramento do processo contra ele. Um segundo inquérito policial ainda investiga a possível participação de terceiros no ataque
18 JUL 2019 - El País
Era plena campanha de uma das eleições mais polarizadas do Brasil. Há pouco mais de dez meses, o presidente Jair Bolsonaro caminhava pelas ruas da cidade mineira de Juiz de Fora, acompanhado por centenas de apoiadores aos gritos de "mito!", quando sofreu um ataque que quase lhe custou a vida. Adélio Bispo de Oliveira cravou uma faca no abdômen do então candidato, segundo ele mesmo justificou às autoridades policiais, por motivos políticos e religiosos. Acreditava que Bolsonaro fazia parte de uma conspiração maçônica que incluía "o extermínio dos militantes dos partidos de esquerda e minorias" e que ele havia sido escolhido por Deus para salvar o país, conforme consta em documentos anexados ao processo. Laudos médicos particulares e judiciais apontam que o responsável pelo crime tinha problemas psicológicos, uma versão que o presidente nunca comprou. "Sabe por que a jogadinha de ser maluco? É que daqui para frente, se ele resolver fazer delação premiada, não vale mais porque ele é maluco", disse em ao vivo, no Facebook.
Desde o ataque, Bolsonaro passou a defender veementemente a tese de que Adélio seria apenas um instrumento de uma suposta tentativa de assassinato planejada por opositores políticos. Chegou a se irritar com as investigações sobre o crime — praticado durante um ato de campanha e, por isso, amplamente documentado em vídeos e fotografias — e até acusou a Polícia Federal de tentar "abafar o caso". "Parece que a PF age em parte como uma defesa do criminoso. Não quero que inventem o responsável, mas quero que apurem o caso", afirmou em uma entrevista semanas depois do atentado. Em fevereiro, a PF apontou que Adélio teria agido só. Meses depois, Bolsonaro mandou reforçar as investigações.
No último mês de junho, a Justiça considerou Adélio inimputável por apresentar problemas psicológicos. Bolsonaro não gostou da decisão. Indignado, prometeu que iria "até as últimas consequências" para que o grave ataque contra ele não ficasse impune. Também chegou a dizer que seria importante evitar que o caso transitasse em julgado para que Adélio tivesse a "oportunidade de falar" quem encomendou sua morte. Nesta semana, porém, a 3ª Vara Federal de Juiz de Fora encerrou o caso porque não recebeu recursos nem do Ministério Público Federal (MPF) nem dos advogados do presidente, que atuavam como assistentes de acusação.
Apesar de ter feito duras críticas às investigações e de ter endossado uma narrativa de conspiração em torno do caso ao longo dos últimos meses, Bolsonaro decidiu silenciar sobre o fim do processo e não explicar por que não recorreu, mesmo tendo criticado o reconhecimento da insanidade mental de seu agressor pela Justiça. ....
Algo me diz que o minto quer que fique tudo assim, ou seja, o Adélio é loco mesmo, segundo a Justiça, e ninguém mais vai acreditar no que ele falar, nem que seja para dizer quem foi realmente o "mandante", se é que me fiz entender.....
ResponderExcluirDo jeito que o Processo acabou parece que era do "interesse" do minto que a PF, o MP e a Justiça não avessasse um milímetro nessa investigação.
ResponderExcluirEssa facada Fake ainda haverá de ser "esclarecida" é só o Jornalismo Investigativo se debruçar de vez sobre o caso, se já não esteja fazendo ou já fez, nesse caso alguém está com o "rabo preso".....
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