Artigo, Jerônimo Goergen - Arroz no prato

- O autor é deputado federal do PP do RS.
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br

O produtor de arroz brasileiro se acostumou a trabalhar de forma solitária, em meio às terras alagadas. Não há um olhar ou uma política pública específica para estimular a lavoura arrozeira. Esse esquecimento dos sucessivos governos ao longo dos anos levou muitos produtores rurais a abandonar a atividade, diversificar ou simplesmente migrar para outras culturas. Ou seja, tivemos como resultado a redução da área plantada e menos arroz disponível no mercado.

Acho importante o governo federal agora se preocupar com a alta do preço dos alimentos e seus impactos ao consumidor. A Secretaria de Defesa do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça, deu cinco dias para o produtor rural se explicar. Não me parece uma atitude correta para um cenário de livre mercado.

Um governo que se diz liberal precisa se preocupar com estratégias de produção, renda e abastecimento, se antecipando a distorções entre oferta e demanda. 

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15 comentários:

  1. Para o arroz fica o registro produtivo de 11,2 milhões de toneladas e crescimento de 6,7% em relação à última safra. Com colheita praticamente finalizada, 10,3 milhões de toneladas estão em áreas de cultivo irrigado e cerca de 900 mil toneladas em plantio de sequeiro.(conab)

    Algo não fecha.

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  2. Esse deputado até hoje me pergunto como consegue arrumar votos, pois não esqueço quando se ausentava de votações para ajudar o PT, além de promover aquele espetáculo ridículo de "chorar ao vivo", uma decepção.

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  3. Que besteira, deputado.
    O agro se decidiu pela soja.
    Foi uma opçao.
    Mas isso criou um problema.
    Depois que você planta soja não dá pra plantar nenhuma outra cultura naquele solo.

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  4. Fracasso total destes ministérios subalternos a um presidente nada sabe e nada faz.

    Mas nem a Dilma a Anta seria capaz de tanta burrice.
    Bolsonerus e a Ministra desfilaram com os arrozeiros e a turma do agro que vive de subsídios ( nosso dinheiro) lembram?

    Cortou a importação para beneficiar meia duzia de apoiadores e deu no que deu.

    As desculpas esfarrapadas da ministra são hilárias...

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  5. GOSTEI DA MANIFESTAÇÃO DESSE DEPUTADO BRILHANTE, COMO SEMPRE. ADMINISTRAÇÃO COMPETENTE NÃO É SÓ TRABALHAR COM MÍDIAS SOCIAIS, MAS ENFRENTAR OS PROBLEMAS REAIS DO PAÍS. CHEGA DE BLÁ-BLÁ-BLÁ, CHEGA DE MI-MI-MI. ESSE GOVERNO PARECE NÃO TER EIXO PARA GOVERNAR, GERENCIAR DE FATO. TUDO SE REPETE... NA SAÚDE, NA JUSTIÇA, NA ECONOMIA, E, AGORA NA AGRICULTURA. NÃO HÁ COMO SUSTENTAR TAMANHA INCOMPETÊNCIA, QUANDO O PRESIDENTE APOSTA TÃO SOMENTE NOS MILICOS MEDÍOCRES, SILENCIOSOS PORQUE RECEBERAM AUMENTOS DE SOLDOS ALTÍSSIMOS. COMPROU OS MILITARES, NÃO TEM O QUE DISFARÇAR. A RECEITA DO ZÉ DIRCEU FUNCIONOU DIVINAMENTE PARA BOLSONARO: COMPRAR AS FORÇAS ARMADAS. DEU CERTINHO. E ASSIM, DE DEVANEIO EM FALTA DE CONTATO COM A REALIDADE CRUEL, ESSE DESGOVERNO VAI PARA O ABISMO.

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  6. É a gasolina que não para de aumentar? Nada de liberarem a importação?

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  7. cada hora inventam uma....

    nunca tinha ouvido falar em problemas com produtores de arroz...

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  8. É, o que o PP Coronelista fez? Nada. Agora vem com discurso demagógico.

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  9. O Gerônimo está falando abobrinha! O que fez com que a área do arroz diminuísse foram os baixos preços pagos desde a última década. Quanto menos o governo se meter, melhor para o agricultor. Quanto menos ingerência, MELHOR! Basta que providencie no CRÉDITO para o plantio.
    Agora o que não dá para admitir é a falta de CONTROLE DOS ESTOQUES por parte do Ministério da Agricultura, porque permitiram a saída de todo arroz aqui produzido e agora terão que importar dos EUA e da Tailândia.
    Oh Tereza Cristina, estás dormindo???

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  10. Tenho tambo de leite e preciso reformar a ampliar a parte elétrica. A 3 meses atrás o fio 120mm estava a R$ 55,00 o metro. Hoje está a R$ 120,00. E assim são os demais materiais e insumos. Os custos aumentaram mais ainda do que os produtos agrícolas. O aumento dos alimentos reflete diretamente na grande maioria da população e logo vem as providencias para baixar ou aumentar menos. Mas os altíssimos custos dos insumos do produtor não ecoam na opinião pública e ficamos no prejuízo. Se não agora, mas logo em seguida.

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  11. O cara não sabe governar. Não sabe o que é estoque regulador. Qualquer mãe de família sabe. Se usa um quilo de arroz a cada 5 dias, nas compras de mês terá que comprar 6 kg. O governo tem como calcular o estoque regulador necessário para abastecer o mercado (não é todo o produto que o país precisa, mas o suficiente para evitar desabastecimento como agora). O governo sempre fez estoque regulador não só com o arroz, mas também com o milho, feijão, etc., mas Bolsonaro resolveu acabar com estoque regulador e ainda liberou as exportações.

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  12. Estoque regulador com que dinheiro idiotas? O congresso tirou o controle do orçamento quase que totalmente do executivo. Esqueceram?

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  13. Em tempos como este sempre aparece também as ambições e o egoísmo. Lamentável.. mas há também problemas de mercado. Creio que tudo será solucionado. O consumidor fará sua parte modificando hábitos e comprando outros produtos mais em conta até que se normaliza o processo.

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  14. Sem embargo do notável desempenho do agronegócio, o deputado esqueceu aspectos relevantes:-o arroz,como toda produção primária (merecidamente), conta com taxas subsidiadas pelo povo para o plantio, para a renovacao de maquinaria, para a comercialização, para o seguro agricola e para a formação de estoques reguladores. Portanto o arrozeiro não é tao solitario assim. O povo consumidor, que é quem subsidia o arrozeiro,não tem subsidio na gôndula, seja alto ou baixo o dolar (geralmente alto). A formação de estoques reguladores integra o beabá das políticas públicas das quais os deputadinhos não estão dispensados de participar na sua elaboração e vigilância. O que fizeram nesse sentido os ditos integrantes da bancada ruralista, cujos votos de matérias do interesse do governo se subsumem no interesse do Botafogo Maia e na contabilidade dos votos do Centrão? Defender alimentação sadia e barata do povo íntegra o patriotismo, principalmente em época de guerra como a ora vivida.O partido do deputado apóia o aumento de impostos à vista para o povo que recebe salários à prestação e não tem ressarcimento de despesas, passagens aéreas,auxiliares, aluguéis, planos de saúde, etc - 9,6 bilhões anuais.Portanto,renúncias fazem parte do patriotismo, ou renunciaremos a votar nos candidatos a prefeito e vereadores desses deputadinhos em cujo ideário nunca brotaram a lucidez de dizerem "eu me comprometo em compartir sangue, suor e lágrimas com o povo do meu país nesta pandemia. Essa é a diferença em termos líderes como Churchill e bedéis oportunistas de portaria. Vista a touca quem quiser.

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  15. Sem embargo do notável desempenho do agronegócio, o deputado esqueceu aspectos relevantes:-o arroz,como toda produção primária (merecidamente), conta com taxas subsidiadas pelo povo para o plantio, para a renovacao de maquinaria, para a comercialização, para o seguro agricola e para a formação de estoques reguladores. Portanto o arrozeiro não é tao solitario assim. O povo consumidor, que é quem subsidia o arrozeiro,não tem subsidio na gôndula, seja alto ou baixo o dolar (geralmente alto). A formação de estoques reguladores integra o beabá das políticas públicas das quais os deputadinhos não estão dispensados de participar na sua elaboração e vigilância. O que fizeram nesse sentido os ditos integrantes da bancada ruralista, cujos votos de matérias do interesse do governo se subsumem no interesse do Botafogo Maia e na contabilidade dos votos do Centrão? Defender alimentação sadia e barata do povo íntegra o patriotismo, principalmente em época de guerra como a ora vivida.O partido do deputado apóia o aumento de impostos à vista para o povo que recebe salários à prestação e não tem ressarcimento de despesas, passagens aéreas,auxiliares, aluguéis, planos de saúde, etc - 9,6 bilhões anuais.Portanto,renúncias fazem parte do patriotismo, ou renunciaremos a votar nos candidatos a prefeito e vereadores desses deputadinhos em cujo ideário nunca brotaram a lucidez de dizerem "eu me comprometo em compartir sangue, suor e lágrimas com o povo do meu país nesta pandemia. Essa é a diferença em termos líderes como Churchill e bedéis oportunistas de portaria. Vista a touca quem quiser.

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