Artigol, Cristina Queiroz, Nexo - A imprensa em transição


Em 2018, o Pew Research Center, centro que desenvolve pesquisas de opinião pública e em ciências sociais, localizado em Washington, nos Estados Unidos, analisou durante seis meses postagens das 30 páginas de ciência mais seguidas no Facebook, com o objetivo de identificar o tipo de informação divulgada. 

Segundo a pesquisa, organizações multiplataformas, como National Geographic e Discovery Channel, conseguem aproveitar o potencial de alcance da rede para atrair audiência para seus produtos tradicionais off-line e páginas que funcionam em redes, como o Facebook, têm a capacidade de despertar rapidamente o interesse de um grande número de pessoas.Foi o que ocorreu com a IFLScience, página de informação científica criada em 2012 por Elise Andrew, blogueira britânica e comunicadora de ciência. Seis anos mais tarde, ela contava com mais de 25 milhões de seguidores e reunia uma equipe de 15 pessoas, incluindo jornalistas, profissionais do audiovisual e especialistas em mídias sociais.


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