Alexandrino Alencar ainda não delatou tudo o que sabe

O jornal O Estado de S. Paulo revelou hoje que Alexandrino Alencar, o rosto mais conhecido da Odebrecht e Braskem no RS, ainda não falou tudo o que sabe sobre corrupção no grupo do qual foi diretor.

Se não falar o que sabe, corre o risco de voltar para a cadeia, Curitiba.

2 comentários:

  1. STF decidiu que há duas leis no Brasil

    "Ao arquivar pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, que teria recebido R$ 4 milhões de empresa investigada pela PF na Operação Acrônimo, o STF instituiu com toda clareza, e em definitivo, duas leis no Brasil. Agora ninguém pode mais ignorar que o que vale para Lula e para o PT, para os ex-ministros do PT, não vale para o PSDB, para os ministros de Temer e para qualquer um fora do Partido dos Trabalhadores", diz Bajonas Teixeira, colunista do Cafezinho

    8 de Outubro de 2016 - Bajonas Teixeira - o Cafezinho

    STF decidiu que o Brasil tem duas Constituições Federativas e dois Códigos Penais, um vale para o PT e para Lula, e o outro para o PSDB e os demais. A lei é dupla, mas os procuradores e juízes, os recebedores de mais de R$ 70 mil reais por mês (chegando a mais de R$ 200 mil nos contracheques com o 13º salário), que aplicam essa lei dupla, são únicos e formam uma única casta.

    Ao arquivar pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, que teria recebido R$ 4 milhões de empresa investigada pela PF na Operação Acrônimo, o STF instituiu com toda clareza, e em definitivo, duas leis no Brasil. Agora ninguém pode mais ignorar que o que vale para Lula e para o PT, para os ex-ministros do PT, não vale para o PSDB, para os ministros de Temer e para qualquer um fora do Partido dos Trabalhadores.....

    Socorooooooooooo, alguém chama o batman.....

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  2. Por acusar sem provas, Ministro da Justiça é alvo de ação:

    08/10/2016

    Jornal GGN – Alexandre de Moraes, o hoje ministro da Justiça, é personagem em mais de uma matéria nos jornais. A primeira diz respeito ao montante que seu escritório recebeu de empresa alvo da Operação Acrônimo, de R$ 4 milhões.

    A segunda abordagem é sobre uma acusação que o então Secretário de Segurança de Geraldo Alckmin fez em rede nacional de TV: de que um policial militar era o responsável por uma chacina. Acontece que Moraes falou sem provas, e o soldado em questão move uma ação contra tal declaração.

    O soldado Douglas Gomes Medeiros foi preso, em setembro de 2015, sob a suspeita de ter matado quatro jovens em uma pizzaria na Grande São Paulo. Bastou para que o secretário de Geraldo Alckmin concedesse uma série de entrevista afirmando que o PM havia, de fato, praticado o crime. A justificativa seria de que o grupo de jovens tinha roubado e agredido a mulher do soldado.

    Acontece que não é verdade, e é a Folha quem estampa a matéria em suas páginas. Em maio, a Folha disse que a polícia nunca encontrou a bolsa na casa dos jovens, mas que foi encontrada oito dias antes da chacina na casa de pessoas sem ligação com as vítimas em endereço longe da rua em que elas moravam. A bolsa foi achada por acaso, em meio a objetos roubados, armas e drogas.

    A defesa do PM levou tais detalhes à Justiça na instrução processual e o Ministério Público concordou que não havia provas para manter a acusação. Então, em abril, o PM foi colocado em liberdade.

    A chacina desses jovens em Carapicuíba aconteceu menos de um mês após os ataques de Osasco e Barueri, que teve o triste saldo de 23 mortes. E uma nova chacina tão pouco tempo depois deixou a polícia pressionada. A prisão do soldado foi para propagar a agilidade da polícia na gestão de Moraes.

    A ação ajuizada pelo PM pede R$ 60 mil de indenização. Na peça, o advogado usa trechos de obras publicadas por Moraes, que é professor de direito e autor de obras sobre o tema, para mostrar que ele feriu a presunção de inocência.

    A advogada do PM, Flávia Artilheiro, disse que as afirmações de Moraes contra o policial, e sua prisão, abalaram toda a estrutura familiar do acusado sem provas, que teve que se mudar de Carapicuíba. Com tudo o que aconteceu, o policial ficou com dívidas e perdeu a vaga na escola do subcomandante da PM....

    ESSE é o velho PSDB de guerra, não dá nada.....

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