A lista dos 200 da Odebrecht e a Armadilha Bisol (1993)

Na edição de 21 de julho do ano passado, o blog O Antagonista lembrou reportagem de Veja sobre a chamada Armadilha Bisol, que conta de que modo uma liberação de lista de também 200 políticos, igualmente pela Odebrecht, inviabilizou a CPI das Empreiteiras.

Desta vez, a repetição da história ocorreu como farsa, como se sabe.

Leia:

Em 1993, a PF apreendeu 18 caixas de documentos na casa de um diretor da Odebrecht.

Segundo os investigadores, os documentos indicavam “a existência de um cartel das grandes empreiteiras para fraudar as licitações de obras públicas”. Os documentos indicavam também que a Odebrecht havia distribuído propina a dezenas de parlamentares.

José Paulo Bisol, relator da CPI das Empreiteiras e candidato a vice-presidente na chapa de Lula em 1989, passou à Veja uma lista com mais de 200 políticos que, segundo os documentos da Odebrecht, teriam recebido presentes.

Tratava-se de uma armadilha: a armadilha Bisol.

Na realidade, muitos dos parlamentares citados haviam recebido apenas brindes da empreiteira, como calendários e agendas. Quando José Paulo Bisol misturou os corruptos aos inocentes, os corruptos foram inocentados.

A CPI das Empreiteiras, desmoralizada, foi arquivada. E a Odebrecht continuou com seu cartel e com seus pagamentos aos políticos.

8 comentários:

  1. Algo está podre no Reino da Dinamarca.

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  2. ESSE SENHOR NÃO É BOBO NÃO, COMUNISTA DE CARTEIRINHA...LEMBRAM QUE ELE MANDOU A POLICIA SE IDENTIFICAR ANTES DE PUXAR A ARMA PARA O BANDIDO.

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  3. Velho Bichol de guerra, continua incrustado sempre na tocaia defendendo a causa.

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  4. AVISO AO EDITOR : Suas postagens estão sendo boicotadas no G+.
    Compartilhei e não foi publicada. Tive que copiar e publicar novamente.
    #LulaNaCadeiaJá #ForaDilma #ApoioLavaJato

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  5. Depois de vazar planilhas da Odebrecht, Moro impõe sigilo

    23/03/2016 - 15:10

    Jornal GGN - Depois do vazamento de uma 'superplanilha' da Odebrecht, o juiz federal Sérgio Moro decretou sigilo sobre o documento, que cita dezenas de políticos de diferentes partidos que seriam supostos destinatários de valores e doações da empresa. A planilha foi apreendida na Operação Acarajé, um desdobramento da Lava Jato, na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura.

    Na lista, consta uma sucessão de transferências para deputados, prefeitos, senadores, governadores e partidos políticos. Inicialmente, os autos da Acarajé estavam sob sigilo, mas Moro tirou o sigilo como tem feito desde o início da Lava Jato. Ao constatar que o documento tem 'registro de pagamentos a agentes políticos', Moro voltou atrás e deixou a planilha sob sigilo, alegando que é "prematura conclusão quanto à natureza desses pagamentos", já que a Odebrecht "realizou, notoriamente, diversas doações eleitorais registradas nos últimos anos"....

    - ops, pela noticia o juiz moro liberou o sigilo, depois voltou atrás, ou seja, o editor que botar na do bisol, se o próprio juiz admite a publicidade da lista e depois volta atras e decreta sigilo.

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  6. Esse Bisol foi outra grande decepção! Não foi o que criou: "Governo democrático e popular, pois não!" ao se ligar para a polícia quando foi secretário da segurança? Tá véio e acbado. Tenho pena dos vermes que terão que decompor essa coisa!

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  7. Bichol enrustido, achei que não estava mais entre nós.

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  8. Ao farsante e mentiroso anônimo 25 de março de 2016 14:08
    copiar e colar matéria do GGN e esperar que outros acreditem neste blog pixulecado é chamar todo mundo de imbecil.
    Vou desmascarar esta mentira.

    Quem declarou o sigilo foi o Teori zavascki que exigiu o foro privilegiado e por "coincidência", uma lista que estava a um mês nas mãos da PF é publicada na íntegra sem o cumprimento do foro privilegiado no dia seguinte à decisão do Teori e uma semana após a ameaça do "nosso amigo segundo o Lulla" ministro da justiça que qualquer vazamento seria punido com a substituição da equipe de investigação.

    Enquanto isso a Dilma e o PT pensam em aplicar o "Estado de defesa" suspendendo direitos fundamentais, como de reunião (e manifestação) e sigilos telefônicos e de correspondência. Resumindo, botaria o exército contra o povo.

    Segundo o diário do poder:
    " Surgiu a ideia de jerico do “Estado de Defesa” após o protesto do dia 13, o maior da História, com o pânico a Dilma e de dirigentes do PT.

    O pretexto do “Estado de Defesa” seria evitar “graves distúrbios” em cidades onde ocorreram as maiores manifestações, no dia 13.

    O Estado de Defesa esteve na iminência de ser decretado no dia em que 6 mil pessoas gritaram “renuncia, renuncia”, diante do Planalto.

    Fontes palacianas relatam que uma assustada Dilma gritou e chorou muito, ao se ver sitiada e retirada às pressas no Palácio do Planalto."

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