Decisão de Gabardo sobre combate ao zika causa desconforto no ministério da Saúde

Causou enorme desconforto no ministério da Saúde a decisão da secretaria gaúcha de Saúde de manter a suspensão ao uso do larvicida Pyriproxyfen em águas destinadas ao consumo humano. A decisão do governo estadual foi tomada no sábado, justamente no dia em que ocorreu a mobilização nacional contra a zika.


O secretário da Saúde, João Gabardo, resolveu manter a proibição, logo depois que recebeu a informação de que o larvicida "poderia" ter relação direta com ocorrências de microcefalia, o que coloca em xeque a evidência de que apenas o zika é o responsável pelos casos conhecidos. 

14 comentários:

  1. Este e o melhor secretario da saude sem duvida que o RS tem a muitos anos entende do assunto e esta determinado a gerir a saude sem se preocupar com o politiquez.

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  2. Gabardo tomou uma medida prudente, pois ninguém ainda sabe com certeza qual a causa real da epidemia nordestina de microcefalia e palavra de ministro bolivariano totalmente ideologizado Vale tanto quanto a de radical islâmico defendendo a liberdade! Na dúvida, não ultrapasse.

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  3. Esta correto o RS, em caso de duvidas, suspende.
    Perfeito,

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  4. Políbio,

    Este secretário é muito bom. Talvez o melhor do time do Sartori!!

    Já havia conseguido pacificar o caos da Saúde herdado do PT e agora teve "culhões" para peitar o Mi(ni)stério da Saúde do PT.

    Tem "gato na tuba" da microcefalia em Pernambuco.

    Tem todo meu apoio, se é que vale alguma coisa!!(risos)

    Parabéns secretário!!

    JulioK


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  5. Há mentiras em grandes proporções na questão da saude no Brasil....E ainda pior .. mistura de politica com ciencia....e toda vez que isso ocorreu houve gravissimos prejuizos a sociedade...estamos repetindo os erros do comunismo na antiga união sovietica, de tratar ciencia com intenções politicas...Na década de trinta o Minitserio da agricultura sovietico ( isto é bem conhecido) criou regras para plantio de trigo que inviabilizaram a produção e levaram a morte muitos milhões de cidadãos russos pela fome....é a politica direcionando a ciencia...e isto está acontecendo por aqui na saude...Devemos reagir a isto e quem tiver conhecimentos cientificos sobre o assunto que denuncie isso claramente...Até aquele médico do carandiru, midiatico e falastrão, que é especialista em todas as doenças do mundo. está falando imensas besteiras...Que os reais conhecedores expoem o que está acontecendo..é coisa ruim....

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  6. Certíssimo o Secretário, parabéns.

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  7. MUITO CORRETA A ATITUDE. PARA LABORATÓRIOS E OUTROS, SOMOS APENAS PESSOAS COM
    'POTENCIAL' PARA ELES OBTEREM MAIS LUCROS.

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  8. http://www.libertar.in/2016/02/confirmado-microcefalia-nao-e-causada.html

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  9. jÁ DIZIA O VELHO DEITADO: ANTES PREVENIR QUE REMEDIAR..E QUE O MINISTÉRIO FEDERAL QUE VÁ PARA PQTP

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  10. Realmente, imagina quanto a Monsando deve estar despejando no ministério da saúde pela manutenção do uso do larvicida? E a população que se lasque. Em tempo, esse larvicida é utilizado em algum ponto dos USA ou só no '3o. mundo'?

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  11. O zika já atingiu outros países e não houve relato de microcefalia, então está certo o secretário em barrar o larvicida.

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  12. Todo apoio ao secretário João Gabardo. Não se intimide perante este governo comunista petista, que só comprova, mais uma vez, o quanto esta seita maligna desconsidera a vida humana. Lute pelos indefesos. É disso que o Brasil precisa, lutadores corajosos. Obrigado.

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  13. CORREIO DO POVO

    15/02/2016

    Abrasco nega ter relacionado larvicida Pyriproxifen a casos de microcefalia

    Coordenador da associação, Marcelo Firpo, argumentou que a situação foi um mal-entendido

    “Não dissemos que o larvicida (Pyriproxifen) está associado à microcefalia”, afirma o coordenador do Grupo de Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Marcelo Firpo.

    No último sábado, nota técnica da entidade foi usada pelo governo do Rio Grande do Sul para justificar a suspensão do uso do Pyriproxifen, sob a alegação de que o produto pode estar relacionado à ocorrência de microcefalia em bebês.

    Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, Firpo argumentou que tudo não passou de um mal-entendido, mas reafirmou que a entidade é contra o uso de agentes químicos na água potável. “Na nossa nota técnica não colocamos essa relação em questão, ou seja, não dissemos que o larvicida está associado à microcefalia”, disse Firpo. (...)

    PS: Teria o Secretário da Saúde do Tiririca da Serra, RS, querendo alcançar notoriedade se precipitado? Ou ele é o Joãozinho do passo certo, e os demais estados da federação errados?

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  14. Ele resolveu abraçar a sua causa.E se aumentar a quantidade de locais infectados pelo mosquito por culpa do não uso do larvicida como fica a população.

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