Preços dos imóveis, Porto Alegre, subiram 14,4% em um ano, mas ainda estão muito abaixo da média nacional

Preço do m2 em Porto Alegre (R$ 4,8 mil) é muito inferior à média nacional (R$ 7,3 mil) o que significa que ele pode avançar muito na Capital do RS e ainda assim não fugirá do padrão. 

O preço do metro quadrado dos imóveis em Porto Alegre é o sexto mais barato entre as 16 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap Ampliado, divulgado nesta quarta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

. O editor recebeu material da Imovel Bild, unidade de negócios do Grupo SuperBird (www.superbid.net) que o preço do metro quadrado de imóveis prontos no Brasil subiu 13,8% nos últimos 12 meses. Os valores foram pesquisados em 16 cidades, baseados em anúncios na internet.

. Se descontada a inflação esperada de 5,9% para o ano, o aumento real no preço dometro quadrado nos últimos 12 meses foi de 7,9%.

. A média nacional do preço do metro quadrado foi de R$ 7.231,00, mas em cidades como Porto Alegre ele é bem menor.

. Na capital gaúcha, o preço médio anunciado pelo metro quadrado é de R$ 4,8 mil, mais alto que os preços em Santo André (R$ 4.532), Vitória (R$ 4.424), Salvador (R$ 4.383), São Bernardo do Campo (R$ 4.276) e Vila Velha (R$ 3.797), mas bem abaixo da média nacional, de R$ 7.231. O primeiro lugar na pesquisa é o Rio de Janeiro, com média de R$ 9.812.

. O valor apurado em Porto Alegre aponta um crescimento de 14,4% em relação a novembro do ano passado. A taxa de crescimento é bastante superior aos índices de inflação – o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) previsto pelo mercado para 2013, por exemplo, é de 5,81%. A taxa é também superior à de crescimento dos preços no Brasil, que é de 13,8%. Em relação ao mês passado, houve crescimento de 1,3% na Capital.

3 comentários:

  1. Tem construtora cobrando mais de 10 mil Reais o metro quadrado e entregando cubículos com paredes de isopor e fio de alarme na elétrica!

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  2. Já são três grandes economistas, sendo dois prêmios Nobel, alertando para a bolha imobiliária no Brasil. O engraçado é ver as opiniões contrárias de "ainda há demanda reprimida", "não há especulação no Brasil", "os preços estavam muito baixos" e "os valores dos imóveis estão diretamente relacionados com a renda da população" (essa a pior de todas!) sempre ditos por construtoras e imobiliárias ou pelos SECOVI e SINDUSCON. É a orquestra do Titanic. tsc tsc tsc.
    “O que estamos vendo em muitos países parece uma reprodução em câmera lenta do último acidente ferroviário do mercado imobiliário. E, como da última vez, quanto maiores as bolhas ficarem, pior vai ser a colisão com a realidade” Roubini

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