Piso do magistério virou polêmica para o Comitê do Diálogo

Sem querer ou poder decidir nada sobre o piso nacional dos professores públicos estaduais, o governador Tarso Genro remeteu o assunto para o Conselhão da Stela.

. Trata-se do novíssimo Comitê do Diálogo.

. Sincera, a secretária Stela Farias, a mesma que disse que o dinheiro que aplicou como prefeita no Banco Santos não foi “sacanagem”, avisou que o comitê não é “enrolação”.

- A mídia, o Cpers e o PT, aplaudem a indecisão do guia genial do povo gaúcho. 


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13 comentários:

  1. Será que em Abril a turma do Cpergs vai acampar defronte a casa do Tarso para exigir aumento de salario empregando as mesmas táticas utilizadas para destruir a Yeda.

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  2. e o cpers e o psol vão continuar quietinhos mostrando que são manipulados e que não pensam e são incompetentes pois tudo que está acontecento e eles bem quietinhos os funcionários pulbicos tem que ficarem sem aumento pelos proximos 4 anos.

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  3. Mas antes de estar no governo, quando eram oposição eles sabiam de tudo. Não havia indecisão nenhuma.

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  4. A pelegada do Cpers deve estar com os olhos marejados de tanta emoção! Oh, como tarso é bondoso!

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  5. Um jeito bem fácil de transferir a decisão e o consequente ônus político para o lombo dos "cumpanhereiros" de partido em cargos de menor expressão, como a Stela Farias. Incluso ai o CPERGS. E ainda tem jornalista aqui da província que chama o ATraso Genro de "intelectual".

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  6. DEUS TARDA MAS NAO FALHA....E AGORA SRAS PROFESSORAS, QUE VIVIAM TUMULTUANDO A VIDA DA SRA YEDA. PORQUE VCS QUE NADA FAZEM PELAS CRIANÇAS NEM MESMO ALFETIZAR COMO DEVEM SABEM FAZER. NAO ENTRAM EM GREVE AFINAL O GRANDE TARSO, PT, E SUA GANG NAO SAO OS CARAS?

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  7. o cepergs e a stela se mereçem. tá tudo em casa, enrrolação prá cima dos trouxas da educação.

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  8. Os cumpanheirinhos trabalhadores em educação do CPERS se ferraram!
    Ficarão quatro longos anos aprendendo o que é transversalidade.
    Quando os PeTralhas, por incomPeTência, má fé ou burrrice, não querem resolver os problemas que os afligem, criam comissões, grupos de trabalho, comitês e ficam enrolando trouxas pelo tempo que quiserem.
    Acho que a cumpanhera Rejane e os cumpanheirinhos trabalhadores em educação do CPERS sifu.
    LV

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  9. Vocês estão interpretando mal.

    A Yeda não queria pagar o piso por pura maldade. Queria sucatear o ensino público.

    O Tarso não pagará pelo bem dos professores. Se ganharem mais vão ficar por aí se endividando e coisa e tal.

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  10. O tal comitê do diálogo é o famoso "me engana que eu gosto"; eles vão decidir que não dá para decidir dar o piso nacional para os professores, nem o salário de mais de três mil que o pessoal da Brigada quer, pois serão convencidos de que não existem recursos suficientes para isto, coisa já sabida, é claro, mas que eles querem sempre que os Governos que não são do PT cumpram, paguem imediatamente.
    Quando fora do governo a raça ariana sabe tudo a respeito de tudo. Quando chegam ao Governo aí a coisa muda.

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  11. No Governo Olívio eles ameaçaram remeter ao Orçamento Participativo a decisão do aumento do funcionalismo para, caso isto tivesse ocorrido e o Orçamento tivesse decidido por um percentual baixinho, eles teriam ficado com o alibi de que "foi o povo, via Orçamento Participativo, que decidiu"; nóis (eles) fora.

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  12. Sugiro ao CPERS conversar com a Luciana Genro. Ela sabe tudo de como remunerar "bem" o professor. Haja vista a miséria que vai pagar à eles no seu cursinho-faz-de-conta.

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  13. Cerca de 200 pessoas, entre pais e alunos, protestaram na manhã desta quarta-feira pela falta de professores no Colégio de Aplicação (Escola de Ensino Fundamental e Médio da UFRGS). Quem sabe Tarso assume esta escola para o estado, já que temos ótimos professores, satisfeitos e bem remunerados!

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