OPINIÃO DO LEITOR
No caso do shopping center de Belo Horizonte, o Diamond, convulsionado por uma dura reação dos lojistas contra despesas condominiais empurradas arbitrariamente adiante e outras práticas politicamente incorretas, a empresa é a mesma que administra o BarraShoppingSul, a Multiplan. Assim sendo, porque a gestão obedeceria praticas diversas? O estranho é que o mercado ainda não avaliou bem os acontecimentos de BH e as ações do grupo ainda não tiveram a correção merecida. Ou seja, o dono do negócio, Isac Peres deve, estar louco da vida e sairá dizendo que não autorizou nem endossa os desmandos(?) havidos nas gestão desse shopping. Será? Como ja se sabe, em Porto Alegre move-se uma ação contra o Moinhos Shopping com o mesmo proóosito - transparencia e demonstração de contas condominiais. A pratica de imputar despesas do empreendedor nas contas rateadas entre os lojistas é velha no setor. A rigor não ha shopping nesse pais que resista a uma pericia contabil. Todos seguem a cartilha ABRASCE nesse e em outros casos. Contratos de Locação e Normas Gerais, por exemplo, são praticamente iguais em todas as operações do pais. São muito corpoorativos e organizados. Com forte loby na Câmara e Senado, não deixando passar nada que possa ameaçar ós sócios -nova legislação especifica para locações em shoppings centers, por exemplo. Com essa decisão em Minas, as coisas devem mudar radicalmente. Quem viver verá. Lucas Medeiros Campos, Porto Alegre, RS.
É no mínimo curioso que os lojistas queiram gerir o negócio da administradora. Ora, se acha que está caro, simplesmente feche a loja e saia. Já sabia do contrato antes de assiná-lo, se não concordava, não devia ter aberto a loja. Depois reclamam quando são alvos de ações por parte dos empregados.
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