O Ministério da Justiça rejeitou na quarta-feira uma proposta defendida pelo novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, para combater a devastação ambiental. Os planos de dispor de 500 homens adicionais da Força Nacional de Segurança Pública (FSN) para a criação da chamada Guarda Nacional Ambiental foram substituídos por uma alternativa mais modesta, a destinação de cerca de 50 homens para a função.
O encontro, para definir a estratégia de combate ao desmatamento na Amazônia na terceira fase da Operação Arco de Fogo, resultou em uma série de contrapropostas, como a ajuda de bombeiros e policiais militares de batalhões florestais. Uma das alternativas sugeridas pelo Ministério da Justiça é de destinar um grupo de 50 a no máximo 100 homens de um contingente especializado da FNS a ações ambientais.
O Ministério da Justiça também trouxe como contraproposta a realocação de recursos do orçamento da pasta para a atuação de bombeiros e policiais militares de batalhões florestais, como forma de reforçar a repressão de crimes ambientais. Para isso, Minc pretende discutir a proposta com os 27 governadores do país na tentativa de firmar convênios. O ministro acredita que o plano, batizado por ele de Guarda Parque, será bem recebido.
. As informações acima são da revista Veja.
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