Alcolumbre marca para 14 de outubro votação da PEC que muda escala 6x1

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), marcou para quarta-feira (14) a primeira votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças na escala de trabalho 6x1. A proposta, que altera as regras da jornada semanal, mobiliza governo, oposição e setores empresariais em torno dos impactos sobre trabalhadores e empregadores.

Para ser aprovada, a PEC precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis dos 81 senadores, em dois turnos de votação. Antes da primeira análise, são necessárias cinco sessões de discussão em plenário. Até quinta-feira (8), três sessões haviam sido realizadas, restando outras duas para cumprir essa etapa do calendário legislativo.

O cronograma impõe um desafio à articulação do governo de Lula (PT). Mesmo que a proposta avance no primeiro turno, serão necessárias mais três sessões de discussão antes da votação definitiva em segundo turno. 

Dica do editor - Segunda temporada de "Marshals", na Paramount+

A segunda temporada de ‘Marshals’, série derivada de Yellowstone, acompanha Kayce Dutton em sua nova jornada como agente de uma unidade de elite policial, enfrentando crimes e conflitos no interior dos Estados Unidos.

Opinião do editor - Estes advogados esquecem da defesa e decidem atacar sem provas

O lulopetismo e seus asseclas não estão apenas em tempo de verdadeiro desespero pela derrota eleitoral. O caso mais recente que fez o oficialismo ficar fora do eixo, desarvorado e perplexo, foi a reportagem de Veja deste final de semana, que envolve diretamente o governo do PT e de Lula em escândalos de corrupção listados pelo banqueiro Daniel Vorcaro (CLIQUE AQUI para ler).

É neste contexto que ganha foros de novo escândalo a notícia de fato apresentada à Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, antes da divulgação de reportagem da Veja, os advogados Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da campanha de Lula, e Reinaldo Santos de Almeida

Os dois advogados produziram fake news escandalosa, sem apresentar uma única prova.

Pior de tudo: os dois advogados não desmentem uma só linha da reportagem de Veja, que enfiou o governo do PT, de Lula, em verdadeiro lodaçal de crimes pavorosos, como formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e advocacia administrativa, mas não só.

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Flávio Bolsonaro reúne apoio de partidos que somam 286 deputados e 50 senadores

O senador Flávio Bolsonaro (PL) poderá contar com uma base parlamentar expressiva no Congresso Nacional a partir de 2027, caso vença Lula (PT) no segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro de 2026. As legendas que apoiam sua candidatura somam 286 deputados federais e 50 senadores, ampliando o potencial de articulação política de um eventual governo. 

Na última semana, Flávio recebeu o apoio de União Brasil, Progressistas, Republicanos, Novo e Podemos. Somadas ao PL, partido do senador, as seis siglas representam uma força política relevante nas duas Casas legislativas, com capacidade para influenciar votações e a construção de maiorias em pautas prioritárias. 

Publicamente, os partidos negam que estejam negociando cargos ou espaços em um eventual governo. Nos bastidores, porém, nomes já começam a ser cotados para integrar a futura administração, caso Flávio Bolsonaro vença a disputa presidencial. 

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