A Associação de Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (Asfav) acionou formalmente o Alto Comissariado das Nações Unidas por causa da demora do governo da Argentina na concessão de asilo e status de refugiado aos brasileiros. A associação recorreu à organização internacional sob a justificativa de lentidão nos processos analisados pela Comissão Nacional para Refugiados da Argentina (Conare). A demora coincide com o endurecimento das regras de refúgio na Argentina. Um decreto assinado pela gestão de Javier Milei passou a restringir a concessão do benefício a estrangeiros que tenham sido formalmente denunciados ou condenados por crimes graves em seus países de origem, o que impacta diretamente os alvos de pedidos de extradição enviados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil.
300 brasileiros envolvidos nos atos aguardam uma resposta do país vizinho há mais de dois anos.
Até o momento, a Conare emitiu apenas uma decisão favorável de refúgio definitivo em um caso específico de repercussão (do caminhoneiro Joel Borges Correa).

Influências satânicas em um crescendo
ResponderExcluirEsses traíra é o proximo a cair fora!
ResponderExcluirNão vai pedir recontagem de votos do estelionato eleitoral, Mourão?
ResponderExcluir#DeportTheBolsonaros (Deportem os Bolsonaros)
ResponderExcluirNem o Millei aceita estes vagabundos baderneiros.
ResponderExcluirSó resta fugir para os Estados Unidos, o refúgio seguro para a bandidagem
Bandidos são tu e a tua turma seu jumento !
ExcluirMourãoC,I,A,, um dos promotores do "golpe" do 8/01, agora está fazendo teatrinho de que se importa com o povo. Foi o pior voto de minha vida.
ResponderExcluir.
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A verdade já existe, a mentira precisa ser inventada.
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Quanto maior a explicação, maior é a mentira.
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2022 eleição sem voto impresso e auditável, só piorou.
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EU AVISEI! Agora Faz o L. O “L” está “doendo”?
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Agora, tira o "L" de lá e introduz o "T".
maior traidor do Brasil
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