A corrida dos Estados Unidos e da China pelas terras raras poderá transformar alguns poucos países afortunados.
Para o bem ou para o mal, a sorte de muitos países depende de seus recursos naturais. Desde que suas indústrias se tornaram menos sofisticadas e seus setores de serviços permaneceram incipientes, um único recurso natural abundante pode fazer uma enorme diferença em suas perspectivas econômicas.
O aumento da demanda mundial por petróleo ou minérios pode estimular o crescimento, atrair investimentos e encher os cofres públicos.
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De novo isso? Impressionante como não se aprende nada no Brasil, inclusive por suas elites. Se isso tivesse a menor importância, o Japão, que não tem absolutamente nada de útil em seu território, seria um dos países mais pobres do mundo. A riqueza não está aí, e sim nas pessoas, na sua inteligência e capacidade. Nenhuma riqueza natural vai transformar países repletos de analfabetos funcionais em países ricos.
ResponderExcluirPor isso a proposta do Flávio era a melhor: entregar tudo pro Trump. Qual o problema? Milei vendeu tudo pra ele por 7 bilhões de dólares. Baita negócio para os EUA. Para os argentinos não importa, afinal são latinos e a função do latino é ser subordinado ao interesse dos EUA. Certo?
ResponderExcluirÉ falso que a República Democrática do Congo não tenha acesso ao mar. Embora o acesso, se comparado com outros países, analisando o mapa, seja ínfimo, ainda assim proporciona ao país plenas condições de escoar suas riquezas por via marítima.
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