Dagoberto Lima Godoy é advogado, engenheiro e escritor, mas também ex-presidente da Fiergs e ex-representante do Braisl na OIT.
Neste domingo, 4 de outubro, os brasileiros voltarão às urnas. Em dezembro passado, alertei para o risco de chegarmos a outra eleição presidencial sem enfrentar uma questão importante: a distância entre as garantias técnicas oferecidas pela Justiça Eleitoral e a possibilidade de o próprio eleitor conferir um registro independente de seu voto.
A eleição chegou e o problema continua — com consequências potencialmente mais graves diante de uma disputa que tudo indica será decidida por uma margem estreita.
O sistema brasileiro dispõe de auditorias, testes de segurança, fiscalização por entidades habilitadas e mecanismos de conferência dos resultados. Os boletins de urna permitem verificar a totalização ...
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A esquerda e o STF não permitem um voto impresso e auditável.
ResponderExcluirÉ lamentável que em 2026 tenha pessoas com tamanha ignorância. Terraplanistas não passarão!
ExcluirAgosto de 2021: A Câmara dos Deputados rejeitou a PEC do Voto Impresso (229 votos a favor e 218 contra, ficando abaixo dos 308 votos necessários para uma Emenda Constitucional). Nessa votação tinha deputados de vários partidos. Sem mimimi!
ExcluirCom urnas eletrônicas tudo pode acontecer nas eleições. Ninguém sabe o que se passa sem a comprovação, por escrito e conferido, dos votos. Esta é a verdade nua e crua!
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