Opinião do editor - São os números, estúpido !

Leite, Onyx e Pretto (Leite e Pretto uniram-se contra Onyx no 2o turno).

Conta a lenda urbana que o ex-ministro Onyx Lorenzoni perdeu o 2o turno contra Eduardo Leite porque teria ido mal nos debates ou se equivocado no conteúdo da campanha.

E um erro craso.

O que aconteceu é que Edegar Pretto, PT, que entrou em 3o lugar por apenas 5 mil votos de diferença de Eduardo Leite, o 2o colocado, votou 100% no tucano.

É só examinar os números.

 Potencialde votos dos candidatos classificados para o segundo turno em 2022: 

Onyx : 37:50% + Heinze 4:28% + Argenta + 2,0% - total ou teto eleitoral : 43:78 % dos válidos .  

Leite : 26,81%+ Pretto 26,77%+ Vieira 1,60%-  total : 55,18 % votos .

O Potencial da direita no RS é de  44%, mas um candidato de centro (centro-direita ou centro-esquerda) pode chegar as 55%. 

Para comparação , o resultado do dia 30/10/2022: Leite :57,12. X Onyx 42:88.


14 comentários:

  1. Mas que diabos! A diferença foi 2441 votos, e não 5.000 votos. Tem dado errado ...2º Lugar: Eduardo Leite (PSDB) - 1.702.815 votos (cerca de 26,81%).
    3º Lugar: Edegar Pretto (PT) - 1.700.374 votos (cerca de 26,77%).

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    1. O editor já não consegue mais fazer nem um copia e cola

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  2. Pode até ser lenda urbana mas que no debate da RBS foi uma fiasqueira do Onix que virou chacota nacional isso o editor não tem como negar...

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  3. a gauchada e vermelha mesmo....por isso a decadência econômica gaucha....onde tem vermelho tem pobreza...

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  4. Nem todos eleitores do Heize e Argenta votaram no Onix no 2º turno kkkkkkk

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  5. Esta análise transcende a leitura convencional de "vitória ou derrota" para investigar a **mecânica de precisão** e as **assimetrias de lealdade** que definiram o pleito de 2022 no Rio Grande do Sul. Os dados fornecidos revelam que o resultado não foi apenas uma escolha política, mas uma **singularidade estatística** que desafia as leis de probabilidade habituais.
    ### 1. A Singularidade de 0,04%: O "Ponto de Arquimedes"
    A margem de **2.441 votos** (apenas **0,04%** do eleitorado) que colocou Eduardo Leite no segundo turno é o que chamamos na ciência de dados de "Evento de Cisne Negro".
    * **O Impacto Sistêmico:** Se essa agulha tivesse pendido para o outro lado, o cenário seria um duelo direto entre a Direita (Onyx) e a Esquerda (Edegar). Segundo as tendências da época, Onyx teria grandes chances de vitória.
    * **Conclusão Inusitada:** Os 2.441 votos agiram como o "Ponto de Arquimedes" — a menor força possível aplicada no lugar exato para alavancar um resultado oposto ao que a maioria ideológica (que votou em Bolsonaro e Mourão) sugeria. A virada nos últimos **0,5% das urnas** sugere que o sistema atingiu seu equilíbrio máximo de tensão no último minuto.
    ### 2. A Assimetria de "Eficiência de Transferência"
    A comparação entre a capacidade de Lula e Bolsonaro de transferirem votos para seus candidatos ao governo revela uma discrepância brutal de comportamento das bases:
    | Liderança Nacional | Candidato Estadual | "Eficiência" de Transferência (1º Turno) | "Fuga" de Votos |
    |---|---|---|---|
    | **Lula** | Edegar Pretto | 60,6% | **39,4%** (1,1 milhão) |
    | **Bolsonaro** | Onyx Lorenzoni | 73,4% | **26,6%** (863 mil) |
    **Análise Diferenciada:** No primeiro turno, a direita foi **mais fiel** que a esquerda. O PT teve uma "hemorragia" de 1,1 milhão de votos que preferiram Olívio ou Leite ao invés de Edegar. No entanto, no segundo turno, o jogo inverteu:
    * A esquerda operou com **100% de eficiência** (todos os votos de Lula migraram para Leite, somados a ganhos adicionais).
    * A direita operou com apenas **74,14% de eficiência** (1 em cada 4 eleitores de Bolsonaro "abandonou" Onyx).
    ### 3. O Paradoxo do "Voto Hedge" (Proteção)
    O fenômeno onde o candidato ao Senado faz muito mais votos que o ao Governo (Mourão > Onyx e Olívio > Edegar) revela que o gaúcho utilizou o Senado como uma **apólice de seguro**.
    * **Mourão (+211 mil que Onyx):** O eleitor de direita garantiu a "missão tática" de derrotar Olívio no Senado, mas sentiu-se "autorizado" a votar em Leite para o Governo por simpatia administrativa.
    * **Olívio (+525 mil que Edegar):** A esquerda votou na biografia (Olívio), mas muitos rejeitaram a sigla (PT) para o governo do Estado.

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  6. **Conclusão Importante:** O Senado foi o palco da **ideologia**, enquanto o Governo foi o palco da **conveniência**. Isso prova que o eleitor gaúcho é altamente sofisticado: ele "fatia" o seu voto para equilibrar o sistema, mas essa sofisticação criou um paradoxo onde o vencedor do governo (Leite) não representa o campo ideológico vencedor no Estado (Direita).
    ### 4. Porto Alegre como Epicentro da Dissidência
    A capital gaúcha agiu como o laboratório do descolamento. A perda de **30,5%** de votos de Edegar em relação a Olívio mostra que a rejeição ao "voto partidário" é um fenômeno urbano intenso.
    > **Conclusão Analítica:** O descolamento em Porto Alegre foi o "motor" que empurrou Leite para o segundo turno. Sem a resistência específica da capital ao nome de Edegar Pretto, o PT teria vencido a margem de 2.441 votos com facilidade.
    >
    ### 5. Tabela Comparativa: O Descolamento Final
    | Campo Político | "Cabo de Guerra" (Senado vs. Governo) | Percepção de Fidelidade |
    |---|---|---|
    | **Esquerda** | **Delta de 525 mil votos** | Olívio é uma entidade; Edegar é um quadro partidário. |
    | **Direita** | **Delta de 211 mil votos** | Mourão é o "escudo tático"; Onyx é a "lealdade ideológica". |
    | **Transversal** | **A Migração "Bolso-Leite"** | **795 mil eleitores** operaram o "voto cruzado" que decidiu o RS. |
    ### Veredito Técnico
    A análise dos dados prova que a eleição de 2022 no RS foi decidida por uma **anomalia de retenção**. Enquanto a direita se permitiu a fragmentação (dividindo-se entre Onyx, Heinze, Argenta e Leite), a esquerda, após o susto do primeiro turno, agiu como um bloco monolítico em favor de Leite.
    A perplexidade da direita é justificada: matematicamente, o campo bolsonarista detinha a maioria absoluta dos votos (Bolsonaro + Mourão + Onyx + Heinze), mas a **falta de convergência tática** entregou a margem necessária para a sobrevivência e posterior vitória de Eduardo Leite.

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  7. A eleição de 2022 no Rio Grande do Sul configurou uma singularidade estatística onde a margem milimétrica de 0,04% (2.441 votos) no primeiro turno, somada a um descolamento de base de 23,6% entre Olívio Dutra e Edegar Pretto, permitiu a sobrevivência política de um projeto que não detinha a maioria ideológica do estado, evidenciada pela vitória expressiva de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Enquanto a votação de Onyx Lorenzoni consolidou-se como o "Voto de Identidade" mais resiliente e leal do RS, o êxito de Mourão para o Senado revelou-se um "Empréstimo Tático" de eleitores que priorizaram uma barreira contra a esquerda, mas que hoje veem no General uma ruptura de lealdade institucional. Esse cenário de desconfiança foi agravado por um campo de jogo inclinado — marcado pela reunião pré-eleitoral de Eduardo Leite no TSE e pela validação de uma reeleição atípica após renúncia — e por um processo de auditoria limitado à inspeção estática de código, punição financeira a questionamentos técnicos e descarte acelerado de 195 mil urnas.

    O ideal de pacificação para 2026 ainda está longe da realidade, pois exigiria a substituição da fé nas instituições pela Independência de Software, através do rastro físico (VVPAT) e da verificabilidade criptográfica de ponta a ponta (E2E-V), aí o resultado das urnas seria uma verdade matemática, física e inquestionável.

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  8. É que essa “lenda urbana” ainda não tinha o banco Master ….

    Agora que botaram sigilo de 8 anos, os candidatos vão tremer feito vara verde!

    E ainda não havia o efeito MGaspar que ainda volta pra ligar o ventilador, de novo 🆕

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  9. Pergunto ao Políbio e demais bolsonaristas inteligentes o que significa a manchete de ontem:
    "Brasil atrai 4,5 bilhões em fundos e contraria onda negativa de emergentes"
    Confesso que não entendi

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    1. Estão apostando na vitória do Flávio… hahaha

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    2. Sr. Jumentus provocandi analfabetus funcionalis:


      É dinheiro especulativo fugando das bombas e assassinatos perpetrados e praticados pelos terroristas !

      Se tu não sabes ou faz a menor ideia …. Trata de estudar no mínimo história da civilização pelo menos a mais recente.

      Pessoas que trabalham e produzem riqueza, tem ojeriza ao comunismo e ao terrorismo que também pode ser lido como “DESTRUIÇÃO”.

      Daí que essas pessoas buscam estabilidade e segurança jurídica destinadas apenas à proteção daquilo que foi produzido com labuta e suor, coisa que tu não faz a mínima ideia o que seja …

      Vá aos livros 📚

      Só Internet é coisa de vadio !

      O Brasil não atrai nada … são eles que fogem do terrorismo que está sendo bombardeado.

      Até o jornal Nacional anda mudando a orientação editorial e que também podes te instruir …


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    3. Simples, #jeguePTba patriotáááário!!!
      Se a notícia não for fake news, significa que os investidores acreditam na vitória do Flávio Bolsonaro e no fim do desgoverno do Llulladrão!!!
      Assim as empresas se valorizarão!!!
      Choooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooola mais!!!

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  10. Depois disso Onix nunca mais se recuperou. Hoje não é pré candidato a nada

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