Ministro Marco Aurélio diz que "sistema algum é infalível", mas jornalismo chapa branca acha que voto eletrônico é "infalível".

Fazendo coro ao jornalismo chapa branca, o editor do Painel da Folha diz na edição de hoje que "Tucanos criticam pedido para auditar urnas e falam em 'burrada'. Este é o título.

. No texto, o leitor perceberá que o título é safado.

. O colunista resolveu dar relevância maior a uma declaração do tucano que preside a Assembléia de SP, quando o próprio ministro do STF, Marco Aurélio Mello, que foi quem introduziu o sistema, avisa que "nada é infalível neste mundo" e que não vê problema no pedido de auditoria, até porque o recurso é perfeitamente legal.

. Leia a safada nota do colunista:

Tiro no pé O pedido de investigação das urnas eletrônicas gerou constrangimento entre políticos que apoiaram Aécio Neves. “Isso não ajuda a fortalecer as instituições. É preciso analisar com prudência o que é boato e o que é evidência”, reclama o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Samuel Moreira (PSDB). Sob anonimato, outros integrantes da oposição se referem ao pedido como “absurdo” e “burrada”. Eles dizem temer que a ideia fique carimbada como choro de perdedor.
Confiança Presidente do TSE quando a urna eletrônica foi estreada, em 1996, o ministro Marco Aurélio Mello diz acreditar no sistema. “Até aqui, confio plenamente. Se surgir prova de fraude, darei a mão à palmatória”, afirma.

Desconfiança O ministro ressalva que não vê problema no pedido de auditoria feito pelo PSDB. “Não dá para se entender que não cabe contestação em absoluto. Nada é infalível nesse mundo”.

4 comentários:

Anônimo disse...

Ao invés de tentar o golpe a oposição tinha que ter apresentado propostas melhores das que estão aí. Esse pedido do PSDB virou piada nacional.

Anônimo disse...

Tudo no Brasil funciona MAL. Só as urnas eletrônicas do PT é que são infalíveis ?????

Luiz Vargas disse...

Havendo a possibilidade de se acessar a rede de envio de dados e conseguindo se atrasar em trinta segundos o recebimento pelo destino da apuração de votos, quantos milhões de votos se conseguiria incrementar indevidamente neste lapso de tempo?
O filme "A Armadilha", com Sean Connery e Catherine Zetta Jones, dá uma breve aula de como este tipo de coisa pode ser realizado.
O laboratório para esta mutreta foi a eleição de 2010, aqui na terra botocuda, quanto o peremPTório Pinóquio ganhou no primeiro turno. Foi uma eleição muito estranha. Deve ter servido como treinamento para 2014.

Anônimo disse...

Já que dizes se tratar de piada, ANONIMO das 14:46, vamos então todos rir juntos DEPOIS DA AUDITORIA!