Câmara não fatiará denúncias contra Temer, Padilha e Moreira Franco

A Câmara acaba de decidir que vai analisar conjuntamente –sem fatiar– a denúncia contra Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco.

9 comentários:

Anônimo disse...

Jungmann, o incapaz, diz que Dodge sugere gravar conversa entre preso e advogado:

FERNANDO BRITO · 22/09/2017 - O Tijolaço

Como se disse antes, aqui, o poder do tráfico – cevado pelas cumplicidades policiais, serve de motivo para até pouco tempo impensáveis violação dos direitos fundamentais.

Agora, em O Globo, o incapaz ministro da Defesa Raul Jungmann, incansável em sua faina de deixar o Exército à míngua, sem condições de funcionar e paralisado nas operações de “defesa da lei e da ordem” que não consegue realizar no Rio de janeiro, diz a que a nova procuradora geral da República teria sugerido a ele gravar as conversas entre presos e seus advogados.

Santo deus, em qualquer país minimamente democrático a inviolabilidade do advogado é preservada! E aqui um sujeito como este vem dizer que o Ministério Público quer gravar o que os advogados que irá enfrentar falam com os réus!

Minha profissão, a de jornalista, garante-me o sigilo da fonte. Será, porém, que eu estou sujeito a ser gravado ao me comunicar com ela?

Ah, mas é só para bandidos e advogados bandidos …

E como você sabe, antes, que algum advogado é bandido? Lógico, admitindo que todos são.

Estou esperando a “chiação” da OAB, que apoiou o golpe e, agora, vê os advogados lançados, indiscriminadamente, à condição de marginais, ficando sujeitos, inclusive, a retaliações e chantagens de quem tenha acesso a seus diálogos com clientes.

E aguarda-se, também, o desmentido da Doutora Dodge, de que apóie esta ideia estapafúrdia. Afinal, como fiscal da lei, estaria apoiando algo contrário à lei.

Anônimo disse...

Blog do Polibio Braga

Casos de Temer x Padilha+Moreira Franco podem ser examinados separadamente pela Câmara

O Estadão de hoje informa que a Mesa Diretora da Câmara, a mando de Rodrigo Maia, DEM, pediu parecer da consultoria jurídica para decidir se vai separar a análise da denúncia contra Michel Temer do pedido da PGR para investigar Eliseu Padilha e Moreira Franco.

Temer e os ministros são acusados de obstrução da Justiça e organização criminosa.


Segundo interpretação do Supremo nos anos 90, ministros acusados de crime conexo ao do presidente no exercício do mandato, também precisam de autorização da Câmara para ser processados.

Moreira Franco e Padilha temem rodar na Câmara, caso ela entenda de separar os casos.

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E o medinho?

Anônimo disse...

Mete os três na papuda....cambada de lacaios... ladrões...fdps

Anônimo disse...

Alckmin e Doria seguem na rixa para a disputa à Presidência

22/09/2017

Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador Geraldo Alckmin seguem nos conflitos de posições para a disputa à Presidência em 2018. Considerando-se nome mais consolidado dentro do PSDB, Alckmin quer que a sigla toma a decisão o mais rápido possível, enquanto Doria espera angariar mais apoios até o próximo ano, conseguindo mais espaço em pesquisas eleitorais, acima inclusive de seu padrinho político.

Nesta quarta-feira (20), Alckmin já havia criticado a articulação de Doria para o PSDB adiar a escolha do nome que irá disputar as eleições no próximo ano. "Se deixar lá para o meio do ano, quem for candidato, independente de quem seja, acaba saindo de forma improvisada", disse o governador.

Em crítica quase direta à Doria, o tucano defendeu a investida conservadora, associando novidades à "improvisação", o que a seu ver é negativo: "Tudo que é improvisado é malfeito. Aliás, no Brasil, precisamos parar com improvisação, inclusive na política", afirmou.

Diante dos avanços de uma rixa mais explícita entre ambos os políticos, que já iniciaram movimentos por coletas de apoios de partidos dentro do Congresso e de nomes da política regionais, Doria vem se aproximando de outros partidos, com sinais de uma possível migração.

Nesta quinta-feira (21), o prefeito de São Paulo se reuniu com a cúpula do DEM, em um jantar. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, João Doria estaria disposto a mudar de legenda para disputar o pleito à Presidência no próximo ano.

Como já vem fazendo, o prefeito teria adotado o tom cauteloso, mas sem deixar de se apresentar como uma opção para o DEM. Se, por um lado, tenta demonstrar respeito ao seu padrinho político, Geraldo Alckmin, vem se posicionando em divergência ao governador e como um possível concorrente na disputa pelo Planalto, seja dentro ou fora do PSDB.

Nessa linha, Dória está confiante. Desde as suas última viagens, até os movimentos que vem fazendo de aproximação a outros partidos, além do DEM, do próprio PMDB, chegando a receber elogios do presidente Michel Temer, seu nome aparece acima do de Alckmin nas últimas pesquisas.

Alckmin foi questionado sobre surgir com intenções de voto inferiores a de Doria: "Eu não disputo eleição já há vários anos, não disputei a eleição do ano passado e a eleição de governador fica embaixo da de presidente. Então, não chama atenção [o resultado]", disse.

Em referência às viagens do prefeito paulsita, ainda não o mencionando diretamente, o governador disse que acredita que ele está bem nas pesquisas, considerando que nem sequer tem "viajado tanto". "Em alguns cenários até estou na frente [de Doria]", defendeu.

Não é o que considera Doria. O prefeito vem reiterando nos últimos meses que a escolha do nome do PSDB para a disputa à Presidência não deve ignorar as pesquisas eleitorais, que a população é quem deveria escolher. Neste cenário, Doria seria o escolhido, de acordo com os últimos levantamentos realizados. Mas a insistência de Alckmin vem se mostrando um obstáculo às expectativas do prefeito. Por isso, recentemente, João Doria aventou a possibilidade de migrar de partido.

Em jantar nesta quinta, o prefeito recebeu em sua casa na capital paulista os principais dirigentes do DEM, entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maja (RJ), o ministro Mendonça Filho (Educação), o prefeito de Salvador, ACM Neto, o líder do partido na Câmara, Efraim Filho (PB), entre outros.

Maia vem mudando o discurso. Na última declaração, o deputado havia manifestado a favor de o partido apresentar candidatura própria e não seguir apenas apoiando um nome de outra sigla. Mas nesta quinta-feira, o presidente da Câmara respondeu: "Se essa fosse a decisão do PSDB, e se o DEM não tivesse candidato, qual seria a melhor opção que não apoiar Doria?", disse a jornalistas.

Unknown disse...

Bandidos em ação protegendo bandidos!!!
Ladrão que perdoa ladrão tem cem anos de ação!!!

Anônimo disse...

Notas do capítulo “Pagamentos Realizados a pedido de Michel Temer (Gabriel Chalita)”

Brasil 23.09.17 11:08 - O Antagonista

O Estadão confirma que a Polícia Federal usou notas fiscais, planilhas e registros de voo do helicóptero do doleiro Lúcio Funaro para detalhar o capítulo ‘Pagamentos Realizados a pedido de Michel Temer (Gabriel Chalita)’, do relatório que embasou a última denúncia de Rodrigo Janot contra o ‘Quadrilhão do PMDB’.

Funaro disse em delação ter pago R$ 20 milhões à campanha do então candidato peemedebista à Prefeitura de São Paulo por solicitação do então vice-presidente, em 2012. Os valores, segundo o doleiro, vêm de duas operações que desviaram recursos do Fundo de Investimento do FGTS.

“Verificou-se nas planilhas de Lúcio Bolonha Funaro que os valores repassados para a campanha de Gabriel Chalita à Prefeitura da cidade de Săo Paulo/SP do ano de 2012 em atendimento a solicitação do então vice-presidente Michel Temer e de Eduardo Cunha, se estenderam entre os anos de 2012 a 2013, totalizando o montante de R$ 5.460.000,00”, afirma o relatório da PF.

Anônimo disse...

Temer acalmou ânimos em disputa por dinheiro da JBS
Brasil 23.09.17 09:42
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A verdadeira razão pela qual Michel Temer reassumiu o comando do PMDB em lugar de Valdir Raupp em 2014 foi a ciumeira dos deputados do partido por conta de uma “doação” da JBS só para os senadores.

Foi o que contou Lúcio Funaro em sua delação premiada, como destaca Juliana Braga, no Globo, contrariando a alegação peemedebista de que o motivo era a divisão sobre o apoio ou não a Dilma Rousseff para a presidência da República.

Os então deputados “Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves não ficaram nada satisfeitos. E Temer entrou na negociação para acalmar os ânimos”.

A troca de comando no PMDB será investigada, se a segunda denúncia contra o presidente for acatada pelo Congresso.

Anônimo disse...

Para ficar claro que na primeira denuncia não houve julgamento de mérito da denuncia. O Presidente se beneficiou do legislativo em não autorizar o prosseguimento do processo. No segundo caso pode ocorrer a mesma coisa. Não haverá julgamento do mérito. Explico porque alguns estão tentando dizer que na primeira denuncia já houve julgamento eximindo a possível culpa dos fatos pelo Sr. Presidente. Todos serão julgados quando tiverem sua proteção encerrada. Ai sim, no final do julgamento, se poderá falar de inocência ou culpa.

Anônimo disse...

O desabafo de Janot sobre Temer

Brasil 23.09.17 20:50 - O Antagonista

Sobre a investigação internacional envolvendo José Serra, Rodrigo Janot contou no áudio obtido pelo G1 que a Espanha havia identificado uma empresa que transferia dinheiro para campanhas de políticos brasileiros e recebia suborno quando contratada no Brasil.

O problema, segundo o então PGR, era que a tramitação do assunto no governo, incluindo a formalização da equipe de investigação conjunta, passaria pelo próprio Serra, então ministro das Relações Exteriores.

“Eu, naquela época, eu ainda não tinha uma ação penal contra o presidente nem investigação. Fui ao presidente da República e disse: ‘Presidente, como é que nós vamos montar uma equipe conjunta cujo objeto é investigar o chanceler se esse ato deve ser feito pelo chanceler?’ Depois que o DRCI libera a parte técnica, ele é feito pelo chanceler’”, contou Janot, narrando sua conversa com Temer.

Segundo o então PGR, o presidente teria respondido que o texto seria tratado pela Casa Civil e pelo Ministério da Justiça.

“Isso tem uns seis meses. Não houve um ato de instrução sequer no pedido de investigação de equipe conjunta com a Espanha”, desabafou Janot no encontro com procuradores sul-americanos.