Astor Wartchow - Primeiro o meu

Há muitos anos que fiscais da Fazenda Pública do Estado do Rio Grande do Sul recebem um adicional sobre o aumento de arrecadação de tributos. Um absurdo.
     
Agora outro absurdo. Os procuradores do estado também querem um adicional, denominado “verba de sucumbência”. Esperta e eufemisticamente, chamada pelos procuradores de “honorários de sucumbência”.
     
Os procuradores públicos são advogados e funcionários do estado. A verba de sucumbência pertence ao vencedor da ação judicial. No caso, nosso estado. Ou seja, é dinheiro público.
      
Tanto o aumento da arrecadação de tributos quanto a verba de sucumbência, respectiva e relativamente frutos do trabalho de fiscais da fazenda e procuradores do estado, pertencem ao povo do Rio Grande do Sul.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

16 comentários:

Anônimo disse...

Completamente equivocado e desprovido de conhecimento técnico o artigo... honorários sucumbenciais não são verbas de titularidade de partes em processo judicial, tampouco devidos a "fiscais" ou quem quer que seja.
Tais honorários são de titularidade de advogado por atunção em ação judicial, fato este reconhecido expressamente no novo Código de Processo Civil, e a tais advogados, e só a eles devidos.
O resto é conversa pra boi dormir.

Unknown disse...

Vivemos, realmente a "SUCUMBÊNCIA" do Estado!!!
Esses nobres das corporações da corte perderam a noção da realidade, por completo!!!

Anônimo disse...

VOU REPETIR MILHÕES DE VEZES.....
--CRISE SÓ EXISTE PARA QUEM VIVE DA INICIATIVA PRIVADA.....

E DALE PENDURICALHO...PRIVILÉGIO ADQUIRIDO...CLAUSULA PÉTREA...VAI LEVAR NA INATIVIDADE ATÉ AS PENSÕES....P.Q.P...ISSO QUE O ESTADO ESTA FALIDO....

-SERVIDORES..PARCELA O SALÁRIO 12 DIAS, MENSALMENTE O SALÁRIO ESTA GARANTIDO ....MESMO ASSIM MUNDO VEM ABAIXO É O ARMAGEDOM ....

-MAIS DE 20 MILHÕES DE DESEMPREGADOS SEM SALARIO NA M...SILENCIO TOTAL DOS SINDICATOS E DA MÍDIA SAFADA.....P.Q.P

ETA PAISECO DE BANANEIRO.....

Anônimo disse...

E ainda festejamos a derrota dos farrapos..........
Até parece bem apropriado.

Ah se Bento Gonçalves estivesse vivo!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Os advogados da prefeitura de Porto Alegre já estão ganhando a suculência, virou uma indústria, a corregedoria da justiça deveria fiscalizar as varas da fazenda pública. Quanto o prefeito terminar com o absurdo, quando o contribuinte perde a causa termina pagando os adovados três vezes.

Unknown disse...

Superaram o "Farinha pouca, meu pirão primeiro"!!!
Agora é: "Só eu como pirão, pro resto, água"!!!

Anônimo disse...

Realmente...esses advogados estão com o "Boi na Sombra"

Anônimo disse...

Conversa pra boi dormir é o arrazoado vigarista do leitor das 13:39. São funcionarios públicos pagos, e bem pagos, para defender o estado, apenas cumprem com suas obrigações.

Anônimo disse...

No problem ... Vão todos sucumbir junto com o estado. E que espero, seja breve.

rafael disse...

O inimigo, além da classe política, é o alto funcionalismo, são eles quem realmente mandam, são, como chamado nos EUA, o deep government. Políticos vem e vão, eles estão sempre lá, concursados, "colocados pra dentro", não importa. Nada acontece sem sua anuência, por isso que nada muda ou melhora para nós. Eles se sentem casados com comunhão de bens com o Estado e que a população em geral, ou os pagadores de impostos, lhes devem, tanto dinheiros quanto reverência, já que se sentem autoridades. E a maioria está lá na ilha da fantasia que é Brasília, a cidade fim, dedicada a eles.
Ah, e não existe "dinheiro público", existe o dinheiro tomado dos pagadores de impostos. E imposto é roubo (principalmente no Brasil, já que financia o crime organizado institucionalizado).

Observador disse...

Perfeito!!!! Perderam a noção. Vamos rapinar enquanto tem!!! Esse é o pensamento da maioria dos funcionários públicos e das corporações.
A massa trabalhadora e os pequenos e médios empresários (que não tem as benesses do estado e do sistema) que continuem a carregar esta estrutura mastodôntica.

A coisa é tão absurda, que se venderem a CEEE a receita dá para um mês de folha de pagamento.
A que ponto chegamos.

PAULO BUENO disse...

O desconhecimento, neste século é imperdoável, salvo se não for desconhecimento, mas má-fé. Bem, nesse caso, e na idade do articulista, é caso perdido.

Anônimo disse...

essa farra tem que acabar, esses canalhas não fazem mais do que a sua obrigação!
VAGABUNDOS, CANALHAS!

Anônimo disse...

E uma imoralidade, roubo, locupletamento e o escambau, e o resto é conversa fiada em proveito próprio. São regiamente pagos para exercer suas funções. Se querem os honorários de sucumbência, que abram mão de seus salários e demais privilégios não detidos por alguém na iniciativa privada. Enfim, os rotulo de ladrões.

Anônimo disse...

O problema de qualquer administração pública é o voto que o povo dá a corruptos, e o poder econômico corruptor que, além de sonegador pega o que é arrecadado.Os servidores públicos são meros empregados. A sociedade tem que parar de fazer politicagem e dar mais atenção a quem elege para administrar e legislar. É fácil colocar a culpa nos outros pelos nossos erros. Se começarem a votar direito e fiscalizar o trabalho de quem elegem, resolvido o problema estará.

Anônimo disse...

Está completamente errado o autor do artigo. Desde que não ultrapasse o teto constitucional, não vejo problemas, ao contrário, acho que todo serviço público deveria ser pago de acordo com o retorno que dá. Poucos servidores públicos recebem de acordo com a sua competência. Vejamos o caso da Receita Estadual, caso a arrecadação caia os servidores recebem menos, caso aumente recebem mais. Desde que sejam critérios objetivos, e não avaliações políticas, é o mérito que ganha.
Na verdade, deveria ser replicado em todo serviço público.
Por exemplo, na educação pública, ao final do ano, em cada série, deveria ser aplicado uma prova aos alunos e o professor receberia um adicional de acordo com as notas obtidas pelos alunos. Isso separaria os bons profissionais dos ruins. Enquanto os servidores continuarem a ganhar de acordo com os anos trabalhados, continuaremos a ter serviços ruins, porque haverá ótimos servidores, enquanto outros não fazem nada porque ganham o mesmo salário.