Opinião do editor - Na votação que salvou Temer, PT, PMDB e PSDB miraram anistia geral para todos em 2018

A votação que garantiu Michel Temer na presidência, demonstrou que houve mesmo um acordo surdo entre PT, conforme denúncia de um deputado da esquerda, no caso Silvio Costa, do PTdoB (garantindo o quorum, embora votando contra, sabendo que isto não tinha importância), PMDB e PSDB.

Já se sabe que Rodrigo Janot não terá fatos novos contra Temer (leia nota a seguir), embora vá protocolar ainda assim novo pedido ao STF para processar o presidente, o que tornará ainda mais robusta a defesa e nova vitória na Câmara.

A aliança PT, PMDB e PSDB, estará mais fortalecida para salvar mais adiante os seus líderes - Lula, Temer e Aécio - além dos 300 picaretas que de uma ou de outra maneira são ou serão investigados, denunciados, condenados e enfiados na cadeia.

Será o fim da Lava Jato, que morrerá pelas mãos do andar de cima, tal como aconteceu com a Operação Mãos Limpas na Itália.

15 comentários:

Anônimo disse...

ANISTIA PARA 2018 PARA TODOS COISA NENHUMA. ALGUNS ATÉ SERÃO REELEITOS PELO POVO BURRO. MAS MUITOS VELHACOS QUE ESTÃO LÁ NA CÂMARA, NÃO VOLTAM.

Alberto disse...

Ratazanas...

Mordaz disse...

Evidente que o alvo é acabar com a lava jato.

Anônimo disse...

Depois da roubalheira não deve haver anistia nenhuma, cada um pague pelos seus atos.

Anônimo disse...

Faltou combinar com os Russos. O povo brasileiro é mais corrupto que os políticos.

Anônimo disse...

NÃO ACREDITO, tarde demais para isto!

Daqueles que votaram NÃO isto pode vir.

Anônimo disse...

O PT votou a favor do traíra/PMDB na Camara do Deputados?

Não vem com essa editor as investigações contra o PT, lula e dilma continuam firma e fortes, já contra o PSDB "nunca houveram" porque Tucano por definição é "inimputável" e contra o traira/PMDB só ocorreu porque fugiu do controle da PGR, ou seja, o PGR foi atropelado pelos fatos, com a nomeação da nova PGR, da "confiança do traira" porque não foi a primeira da votação vão simplismente parar. Pelo simples fatos que a direita não brinca em serviço, eles atropelam e/ou compram o que tiver pela frente e não é republicanos como foram Dilma e Lula.

Anônimo disse...


A PUTARIA DA CORRUPÇÃO NO BRASIL NÃO TEM AUTORIA ÚNICA PARTIDÁRIA, TEM COAUTORIA

Começa com o PMDB (fim da década de 1980 e início da década de 1990), passa pelo PSDB (metade da década de 1990 e início da década 2000), depois para o PT (decadas de 2000 e meia década de 2010) e em 2016 volta para o PMDB.

Temer, já em 2016, aprovou a EC 95 (Limitação dos Gastos Públicos para garantia do pagamento da Dívida Pública) e em 2017 queria aprovar a jóia da coroa, a PEC 287 (Destruição da Previdência Pública para garantia do pagamento e rolagem da Dívida Pública).

Dizer que o PT inventou a CORRUPÇÃO no Brasil é miopia histórica.

No máximo o PT inventou a CORRUPÇÃO com FÃ-CLUBE.

Anônimo disse...

Bolsonaro tá vindo ai arrumar essa bagunça e colocar ordem na República.

Anônimo disse...

Uai de q lado vc esta afinal polibio voce ataca quem votou contra temer chama de traira e agora ta falando d q votam p se salvarem se explique melhor qual e2 a sua afinal ta com temer ou nao

Anônimo disse...

ATÉ VEJA RECONHECE: GOVERNO TEMER APODRECEU:

Integrante da campanha midiática que redundou no golpe parlamentar de 2016, a revista Veja reconheceu, neste fim de semana, que o governo Temer, fruto desse processo, hoje governa com a "banda podre" do Congresso, cujo símbolo maior nesta semana foi o deputado Wladimir Costa (SD-PA), o da tatuagem em troca de favores; para a revista, a crise continua com Temer e, segundo a colunista Dora Kramer, a vitória do Palácio do Planalto é de fôlego curto – uma vez que Temer não terá munição para conter as próximas denúncias que virão da Procuradoria-Geral da República.

5 DE AGOSTO DE 2017

247 – O Brasil passou a ser governado pela "banda podre" do Congresso Nacional, ou seja, pelos parlamentares corruptos do chamado Centrão e de outras legendas.

A tese é da própria revista Veja, integrante da campanha midiática que redundou no golpe parlamentar de 2016.

Para a revista, a crise continua com Temer e, segundo a colunista Dora Kramer, a vitória do Palácio do Planalto é de fôlego curto – uma vez que Temer não terá munição para conter as próximas denúncias que virão da Procuradoria-Geral da República.

O colunista Roberto Pompeu de Toledo ironiza ainda o fato de o PSDB ter se misturado com o Centrão e lembra que vários parlamentares dessa "banda podre" fizeram questão de frisar estarem votando no "relatório do PSDB".

Só lembrando, Temer foi salvo por um relatório produzido por um parlamentar subordinado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).

Ou seja: o PSDB também virou Centrão e hoje é parte da banda podre do parlamento.

Anônimo disse...

TEMER JÁ COMEMORA A SAÍDA DE JANOT DA PGR:

Poucos dias depois de se safar da denúncia de corrupção passiva na Câmara dos Deputados, numa operação que custou R$ 13,4 bilhões ao País, entre emendas e outros favores aos parlamentares, Michel Temer já comemora, por antecipação, a saída de Rodrigo Janot da procuradoria-geral da República em setembro; segundo Temer, ao denunciá-lo, assim como a outros integrantes de seu governo, Janot agia como político; "Lamento é que ele, a todo momento, anuncie que vai fazer uma nova denúncia, baseada nos mesmos fatos. É um gestual político, institucionalmente condenável"; Temer também disse que a sucessora de Janot, Raquel Dodge, dará o "rumo correto" à Lava Jato; será que a sangria foi estancada?

5 DE AGOSTO DE 2017

247 – Aparentemente, Michel Temer conseguiu estancar a sangria da Operação Lava Jato. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, seu mais fiel aliado na mídia, ele já comemora, por antecipação, a saída de Rodrigo Janot da Procuradoria-Geral da República.

Segundo Temer, ao denunciá-lo, assim como a outros integrantes de seu governo, como Eliseu Padilha e Moreira Franco, Janot agia como político.

"Sabe quando o procurador fez isso, embora esse processo esteja correndo há três anos? Às vésperas da votação do Congresso, o que está a significar que, na verdade, ele passou a ter uma atuação muito mais de natureza política, e quase pessoal, do tipo 'quero ver qual é o time que ganha', e não a sua função institucional. Não se trata de disputas pessoais. Nem ele deve ter disputa pessoal com o presidente da República, muito menos eu terei com ele. Jamais lhe daria essa satisfação. Lamento é que ele, a todo momento, anuncie que vai fazer uma nova denúncia, baseada nos mesmos fatos. É um gestual político, institucionalmente condenável", disse Temer.

Janot alega que investiga fatos – e não pessoas – e lembra que as provas do caso JBS, como as malas de dinheiro entregues a Rodrigo Rocha Loures e prepostos do senador Aécio Neves (PSDB-MG), são irrefutáveis. E Temer não menciona que sua salvação custou R$ 13,4 bilhões ao País, em favores aos deputados.

Temer disse ainda que vai seguir com suas reformas, rechaçadas por uma população em que só 4% o apoiam, e prevê que terá o apoio do PSDB. "Mas será que eles votam contra o Brasil? Eu não acredito que eles votem contra o Brasil", afirmou.

Ele também disse não temer as delações de Lúcio Funaro e Eduardo Cunha. "As pessoas estão cansadas disso. Primeiro, não conheço Lúcio Funaro, segundo, não sei o que ele vai dizer. Portanto, não posso falar sobre hipóteses. Não tenho nenhuma preocupação com isso. Eduardo Cunha, sim, foi líder do PMDB, foi presidente da Câmara. Às vezes me perguntam, como é que você falava com ele? Meu Deus, estou falando com o líder do PMDB, com o presidente da Câmara... E eu não devo falar com ele?", questionou. (...)

PS: Se está festejando é porque a Lava Jato Brasilia vai parar, já a Lava Jato "sector Curitiba", no que tange ao PT, lula e dilma continua a mil.

Anônimo disse...

Temer agora trama o fim da aposentadoria:

6 de agosto de 2017 - Blog do esmael

O ilegítimo Michel Temer convocou este domingo (6) os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para tramar o fim das aposentadorias dos trabalhadores brasileiros.

A reunião ainda contou com as presenças dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, da Secretaria Geral da Presidência, Moreira Franco, e do Governo, Antônio Imbassahy.

O Tinhoso recebeu os congressistas e seus auxiliares no Palácio do Planalto, quando avaliaram se há votos necessários para tocar a reforma da previdência.

Eles também fizeram um balanço das defecções na votação da denúncia contra Temer por corrupção passiva na Câmara. O objetivo é exemplar os traidores para balizar a próxima votação que, efetivamente, significará o fim das aposentadorias.

PS: O PT não estava nessa reunião para tramar a tirada de direitos dos trabalhadores, aposentados, enfim, da Previdência, confere editor?

Anônimo disse...

ué? quem votou pra investigar temer foi chamado de traira. agora mudou, polibio? só quem não enxerga um palmo na frente do nariz não tinha entendido que salvar temer era o que queria o pt. ou ficaria sem discurso. explicz aí, polibio.

Anônimo disse...



Depois de passadas todas as reformas...

Serão anistiados mais de 438 bilhões no Refis, 426 bilhões das empresas que devem ao INSS, R$ 24,7 bilhões das empresas que devem FGTS...

A crise é sempre uma boa desculpa para os estados e municípios, privatizarem, iniciarem planos que incentivam aos caloteiros a pagar as dividas tributárias com o fisco. Neste meio a propina corre de vento em popa.

Muito parlamentar vai dependurar as chuteiras com o discurso de salvadores da pátria.