Transparência Internacional sobre Lula: "Não há impunidade, mesmo para poderosos"

O presidente da Transparência Internacional, José Ugaz, afirmou, nesta quarta-feira, que a condenação do ex-presidente Lula a 9 anos e 6 meses de prisão proferida pelo juiz federal Sérgio Moro é 'é um sinal significativo de que o estado de direito está trabalhando no Brasil e que não há impunidade, mesmo para os poderosos'. A entidade diz ver 'ataques de todos os lados' às investigações e exige 'garantias' de que a Lava Jato siga em frente sem 'interferências de partidos políticos'.

"A condenação do ex-presidente Lula é um sinal significativo de que o estado de direito está trabalhando no Brasil e que não há impunidade, mesmo para os poderosos", afirmou Urgaz.

O presidente da entidade ainda afirma que o 'escândalo da Lava Jato atingiu políticos de todos os partidos e os mais poderosos empresários brasileiros' e que 'não é surpreendente' o fato de que 'os juízes e investigadores estejam sendo atacados de todos os lados'.

"Esta é a prova de que a corrupção não distingue entre ideologias ou partidos políticos. A Transparência Internacional exige garantias de que as investigações possam prosseguir e que todos os processos judiciais permaneçam independentes e livres de interferências de qualquer partido político", afirmou o presidente da Transparência Internacional.

4 comentários:

Anônimo disse...

Nobel da Paz condena golpe judicial contra a democracia brasileira:

13/07/2017 - Brasil 247

O ativista argentino Adolfo Perez Esquivel, Nobel da Paz em 1980, classificou a condenação do ex-presidente Lula como um golpe do "Partido Judicial", representado pelo juiz Sergio Moro, contra a democracia brasileira; ele afirma que o Brasil foi primeiro vítima de um golpe parlamentar, com o afastamento da presidente legítima Dilma Rousseff, e agora de um segundo golpe, com a tentativa de inviabilizar a participação de Lula no processo eleitoral brasileiro; detalhe: Lula lidera todas as pesquisas eleitorais e é considerado o melhor presidente de todos os tempos pelos brasileiros (...)

PS: Esse vagabundo vei a público se manifestar sobre a denuncia do traira/PMDB pela PGR, o primeiro presidente a ser denunciado por crime comum? Esse vagabundo se manifestou quando o senador aécio neves, PSDB, candidato a Presidente da República "derrotado" pelo PSDB foi flagrado no aundio do PF, autorizado pelo STF, onde o elemento diz que: "...manda matar delator....", sendo afastado do senado, sua irmâ e primo preso, o último a mando de aécio foi filmado pegando uma mala de dinheiro?

Anônimo disse...

Lula é condenado por lavagem de dinheiro que não lhe foi dado, diz jurista:

Um dos maiores processualistas do Brasil, Afrânio Silva Jardim, faz análise da sentença de Moro e questiona decisão que condenou Lula

13/07/2017 - RBA

São Paulo – Em sua página no Facebook, o jurista Afrânio Silva Jardim, livre-docente em processo penal pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e tido como um dos maiores processualistas do Brasil, fez uma análise a respeito da condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sergio Moro, com base em sua sentença.

Ele destaca que no texto da sentença, considerada "excessivamente longa", Moro "se utiliza de inúmeras laudas" para "'se defender' das alegações de ilegalidades e abusos processuais feitas por alguns dos réus". O jurista observa ainda que a "extensa denúncia do Ministério Público Federal carecia de boa técnica e mais parecia razões ou alegações finais, tornando difícil ao leitor ter clareza de quais imputações eram efetivamente feitas aos vários réus".

Em maio, o jurista já havia demonstrado sua indignação com a condução do depoimento de Lula por Sergio Moro. Ele pediu publicamente que um artigo do magistrado, publicado em livro que o homenageia, fosse retirado da obra.

Silva Jardim analisa a questão da propriedade do apartamento no Guarujá, que seria a base para Moro condenar Lula. "Vamos primeiramente à controvérsia relativa ao apartamento tríplex. Diz a acusação e o reconhece a sentença que o apartamento é do ex-presidente Lula e de sua falecida esposa, Dona Marisa. Isto não está provado e nada nos autos autoriza dizer que o réu Lula e sua esposa tiveram sequer a posse direta ou indireta do apartamento tríplex. Proprietário não é, pois, no direito brasileiro, só é proprietário quem tem a escritura pública registrada junto à matrícula do imóvel no RGI", argumenta.

"A toda evidência, visitas ao imóvel, solicitações de realização de obras nele, vontade de adquiri-lo, manifestada através de e-mails, reserva do bem para futura aquisição, manifestação verbal do real proprietário de destinar o imóvel a determinada pessoa, nada disso transfere uma propriedade imobiliária", explica o jurista, lembrando ainda que a OAS, como proprietária da unidade residencial, "teria dado o referido imóvel em garantia real de dívidas que contraiu no sistema financeiro".

"Como caracterizar lavagem de dinheiro sem dinheiro? O réu Lula não recebeu 'propina' e com ela comprou o imóvel, colocando-o, dissimuladamente, em nome de terceiro. No caso, o imóvel é da OAS e continua em nome da OAS. Note-se que a OAS terá até embargos de terceiros, diante do confisco determinado pela sentença", diz Silva Jardim. "Por derradeiro, não há nenhuma prova de que o ex-presidente Lula tenha sido autor, coautor ou partícipe dos contratos lesivos à Petrobrás ou das ilicitudes realizadas nas respectivas concorrências."

Em sua análise, o processualista conclui: "Lula foi condenado por receber o que não recebeu e por lavagem de dinheiro que não lhe foi dado ... Vale dizer, não teve o seu patrimônio acrescido sequer de um centavo !!! Não recebeu nenhum benefício patrimonial e por isso não tinha mesmo o que 'lavar'...".

Anônimo disse...

REINALDO AZEVEDO: MORO CONDENOU LULA SEM PROVAS:

"O juiz condenou Lula com base nas delações e no chamado conjunto das circunstâncias. Inexiste um documento que ateste que o apartamento pertence ao ex-presidente. Ao contrário: os que há atestam não pertencer", afirma o jornalista, que diz ainda que o juiz Sergio Moro "se atrapalha bastante ao explicar por que não mandou prender Lula".

13 DE JULHO DE 2017

247 - O blogueiro Reinaldo Azevedo, ex-Veja, afirma que o juiz Sergio Moro condenou o ex-presidente Lula sem provas no caso do triplex do Guarujá.

"O juiz condenou Lula com base nas delações e no chamado conjunto das circunstâncias. Inexiste um documento que ateste que o apartamento pertence ao ex-presidente. Ao contrário: os que há atestam não pertencer", diz ele.

Ele diz ainda que Moro, na sentença, "se atrapalha bastante ao explicar por que não mandou prender Lula"

PS: Em entrevistas em rádios e Tvs os defensores da condenação de lula citam prova, entre eles membros do MPf sector República de Curitiba falam que existem provas, quando perguntados para citar algumas "gaguejam" e falam nas delações, em fotos, em visitas ao triplex, o testemunho do porteiro... Ou seja, vão criar vergonha na cara.

Anônimo disse...

Enquanto existir STF, STF. TCU haverá impunidade e corrupção.
Somente quando estas instâncias forem preenchidas por juízes federais haverá justiça e impunidade.
Tem que passar o Brasil a limpo, principalmente o judiciário.