Nova alíquota da Previdência dos servidores de Porto Alegre vai a voto hoje

A Câmara de Vereadores de Porto Alegre votasrá hoje a proposta do prefeito Marchezan Júnior que aumenta de 11% pra 14% as alíquota de previdência dos servidores de Porto Alegre.

5 comentários:

Anônimo disse...

Existe uma emenda de número dois que torna um pouco mais palatável este aumento. Apresentada pela bancada do PMDB ela prevê 12% em 2017, 13% em 2018 e 14% em 2019.
Não é o que os municipários querem, mas fica um pouco menos pior. Eles preferem a alíquota em 11% já que o Previmpa não é deficitário e este montante arrecadado não tem garantia de que não vá engordar o caixa único.

Anônimo disse...

CRISE SÓ EXISTE PARA QUEM VIVE NA INICIATIVA PRIVADA.

ATÉ A SEBENTA DE 1988 A CONTRIBUIÇÃO ERA......
EM 2001 ERA DE 4,75% SOBRE O SALARIO ATÉ CHEGAR AOS ATUAIS 11%.

COM A CONTRIBUIÇÃO ATUAL MAIS A PARTE DA PREFEITURA
FICA UM ROMBO ANUAL NO COFRE...DE R$ 600.000, MILHÕES..PODE????

IMAGINA SE NA SEBENTA DE 88 A REGRA PARA APOSENTADORIA
DOS 03 PODERES: MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL FOSSEM
IGUAIS AOS DO INSS...HOJE SERÍAMOS UMA NAÇÃO PADRÃO EUA....

ASSIM, PAGAMOS IMPOSTOS PARA SE TRANSFORMAR EM
POLPUDAS APOSENTADORIAS PUBLICAS, TRANSFORMANDO
UMA CASTA EM EM PRIMEIRA CLASSE....
ENQUANTO OS DO INSS, SEGUNDA CLASSE....CADA MÊS MAIS POBRES...
ESSA É A TAL DESIGUALDADE DO 3º MUNDO....

Nunca existiu contribuição que cobrisse tal privilégio....

ETA BANANÃO, DOMINADO POR CORPORAÇÕES, SINDICATOS E POLÍTICOS BABAQUARAS..

Luiz Vargas disse...

A nova alíquota vai a voto.
Enquanto isto, Júnior o coroné interventor do PSDB, ora alcaide da caPiTal botocuda, vai passear em Paris.
Possivelmente para ensinar os franceses a dançar zumba, já que sua capacidade como gestor é inversamente proporcional a de dançarino de zumba.

Anônimo disse...

Não entendi por que votar este aumento se a Reforma da Previdência vai acabar com tudo isto;

Por que os vereadores não fizeram valer o teto de R$19.000,00?

Anônimo disse...

Foi aprovada contribuição de 14% sobre o salário bruto do servidor, sem contrapartida da prefeitura. O projeto não teve uma demonstração atuarial e teve óbice declarado pela CCJ e Jurídico da CMPA, mas, mesmo assim,foi aprovado em sessão extraordinária com a dispensa da antecedência prévia de 48 horas, ferindo regimento da CMPA.
Será alvo de questionamento na Justiça.