Mercado aposta em taxa básica de juros de 7,5%

Os economistas consultados pelo relatório Focus, do Banco Central, e que integram o grupo Top-5, portanto os que mais acertam as projeções, reduziram a expectativa para a taxa básica de juros para o fim de 2018 a 7,50%, ante previsão anterior de 7,75%, na mediana das projeções, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira.

Na quarta-feira, o Copom reduzirá a taxa básica para apenas um dígito.

3 comentários:

Anônimo disse...

FATURAMENTO DAS EMPRESAS DESABA E MOSTRA QUE GOLPE FOI PÉSSIMO NEGÓCIO:

Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital; levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009; gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento; além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais.

24 DE JULHO DE 2017

247 – Embora setores do empresariado tenham apoiado o golpe parlamentar de 2016, o resultado foi desastroso para o capital. Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico junto às mil maiores empresas, revela uma queda de 4% no faturamento dessas companhias, no pior resultado desde 2009.

A queda é fruto do fracasso da política econômica, apesar do discurso de setores da mídia que apontam o contrário. Até agora, a gestão de Henrique Meirelles na Fazenda tem-se mostrado incapaz de religar os motores do crescimento. Além disso, a depressão econômica derrubou as receitas orçamentárias, levando ao recente tarifaço nos combustíveis, que tiveram o maior aumento em 13 anos – o que deve pressionar ainda mais os resultados das empresas nacionais.

"O primeiro levantamento completo sobre o desempenho das grandes companhias brasileiras em 2016 mostra como a recessão, que já dura três anos, atingiu suas contas. As mil maiores empresas que divulgam balanços tiveram queda real de receita líquida de 4% no ano passado, número próximo da queda do PIB, de 3,6%. Foi o segundo pior resultado desde 2009, ano marcado pelos efeitos da crise financeira global", aponta reportagem de Felipe Datt, publicada no Valor.

"Esses dados fazem parte da pesquisa feita pelo Valor em parceria com a FGV e a Serasa para a elaboração do ranking do anuário "Valor 1000", que será divulgado em agosto. O ranking traz também as melhores empresas em 25 setores da economia e a grande campeã do ano. Ao todo, as mil empresas faturaram R$ 3,23 trilhões em 2016. "Vimos no ano a desaceleração do faturamento da maior parte dos setores analisados", diz o coordenador do Valor Data, William Volpato."

PS: Bem feito, botaram o Coronel traíra no poder , agora é mexer e gozar se não leva reprimenda ou vai preso.

Anônimo disse...

REINALDO ACUSA DALLAGNOL DE TER SE TORNADO PROCURADOR FORA DA LEI:

"O agora coordenador da Força Tarefa colou grau em 2002 e prestou concurso no mesmo ano; só poderia tê-lo feito dois anos depois de formado", diz o colunista Reinaldo Azevedo; "O fato: Dallagnol se tornou procurador contra a lei, o que foi admitido pela própria Justiça, e lá permaneceu com base da teoria do 'fato consumado'”.

24 DE JULHO DE 2017

247 – O jornalista Reinaldo Azevedo acusa do procurador Deltan Dellagnol de ter entrado ilegalmente para a carreira do Ministério Público.

"O agora coordenador da Força Tarefa colou grau em 2002 e prestou concurso no mesmo ano; só poderia tê-lo feito dois anos depois de formado; TRF4 foi muito criativo no uso da teoria que o manteve no cargo. Definitivamente, não se pode dizer que esse rapaz seja um fanático das leis que o regime democrático consagra", diz o jornalista, em seu blog na RedeTV.

Abaixo, um trecho de sua coluna:

1: Dallagnol colou grau, como bacharel em direito, no dia 6 de fevereiro de 2002;

2: segundo o Artigo 187 da Lei Complementar nº 75/93 (Estatuto do Ministério Público da União), só podiam se inscrever para prestar concurso “bacharéis em Direito há pelo menos dois anos, de comprovada idoneidade moral”. NOTE-SE: a Emenda Constitucional 45, que é de 2004, elevou esse prazo para três anos;

3: Mas vocês sabem como é Dallagnol… Ele é um rapaz apressado. Seu Twitter prova isso. Vive pedindo a prisão de pessoas que nem denunciadas foram. Aproveitou a circunstância de que seu pai era um procurador aposentado do Ministério Público do… Paraná e, ORA VEJAM, CONSTITUIU-O COMO ADVOGADO E ENTROU COM UM RECURSO PARA PRESTAR O CONCURSO EM 2002, MESMO ANO EM QUE COLOU GRAU, AINDA QUE A LEI O IMPEDISSE. Que dois anos que nada! Isso era para os mortais!;

4: e, acreditem!, ele conseguiu, sim, uma liminar na Justiça Federal do Paraná para participar do concurso. Por quê? Não tentem saber! É impossível!;

5: sim, ele foi aprovado no concurso de 2002;

6: em 2003, já começava a exercer as funções de procurador no Tribunal de Contas União, com nomeação publicada no Diário Oficial;

7: a Advocacia Geral da União recorreu contra a flagrante ilegalidade. O que fez o juiz relator do caso, em 2004, no Tribunal Regional Federal da Quarta Região? Empregou a teoria do fato consumado, o que acabou sendo confirmado pela turma;

8: o recurso chegou ao Supremo, e decisão monocrática manteve Dallagnol no MPF; a AGU não recorreu;

9: a “teoria do fato consumado” em matéria de concurso público, sempre repugnou os juízes; em 2014, o STF bateu o martelo: não pode e pronto!;

10: sic transit gloria mundi…Fazer o quê? Fico aqui pensando o que diria Dallagnol se fosse um adversário seu a viver tal circunstância…

PS: Se o RA falou, tá falado.

Anônimo disse...

Os banqueiros deixarão o governo baixar os juros ?????