Tuma Júnior disse ao editor que o áudio da gravação é tecnicamente imprestável como prova.

O ex-delegado Tuma Júnior, ex-secretário Nacional de Justiça e autor do livro "Assassinato de Reputações", disse esta tarde ao editor que o áudio da gravação da conversa entre Temer e Joesley é imprestável como prova.

Ele não quis entrar no mérito do conteúdo do caso, limitando-se aos aspectos técnicos:

1) A cópia entregue para a PGR não foi acompanhada da gravação original, que foi conduzida para os EUA.

2) O gravador também não foi entregue.

3) Cópia e gravador não foram periciados.

Além do que disse Tuma Júnior, pelo menos 5 peritos diferentes constataram adulterações na fita, algumas delas grosseiras.

O presidente também já disse publicamente que a gravação feita contra ele foi uma armadilha criminosa e que a gravação seria ilegal mesmo com autorização prévia de Fachin, o que não aconteceu.